"Com talento ganhamos partidas; com trabalho em equipe e inteligência ganhamos campeonatos."

Que venha 2010!

Posted: dezembro 29th, 2009 | Author: | Filed under: Empreendedorismo | Tags: , , | 3 Comments »

Untitled 300x279 Que venha 2010!

Mais um ano está terminando…

Estou trabalhando bastante nestes últimos dias e discutindo várias idéias para serem aplicadas na Quicksys.

Acredito muito que 2010 será o ano da Quicksys. Pegue um pedaço de papel e anote isto (pode digitar no bloco de notas também). Durante todos estes anos de empresa, nunca consegui me dedicar totalmente. Meu objetivo primário era formar na universidade e o secundário era fazer com que a Quicksys alcançasse milhares de usuários no mundo todo. Felizmente, consegui alcançar ambos.

Cá pra nós, o ano de 2009 foi espetacular. A Quicksys vendeu softwares para grandes empresas no exterior, ministrei algumas palestras, participei de entrevistas e dei opiniões em revistas, participei de excelentes reuniões e almoços com pessoas espetaculares e etc. Além disso, a empresa foi escolhida para participar do programa da Aceleradora e agora contamos com a colaboração de pessoas altamente competentes.

A partir de Janeiro de 2010, todo o meu tempo estará disponível para a empresa. Não tem como não ficar feliz. Amo o que eu faço. Todo dia acordo motivado e satisfeito com a vida que levo. Posso até ficar um dia sem a Quicksys, mas não me vejo trabalhando somente pelo dinheiro e deixando o prazer do trabalho de lado. Quando eu vou no escritório de contabilidade para discutir algumas coisas, sempre brinco que, enquanto as pessoas hoje correm do problema, eu fico doido para ter mais um.

Você deve estar se perguntando: “O que está preparado para 2010?“. Esta pergunta ainda não tem uma resposta concreta. Estamos planejando, mas pode ficar certo de que tem muita coisa boa vindo por aí.  Esforço, dedicação e vontade não faltam.

Feliz Ano Novo! Que 2010 seja um ano de muito sucesso para todos! – “Don’t go into a startup with the sole goal of making money. Those companies generally do not succeed. Go into it because you believe you have something that will solve a problem, and the money will follow.” (Peter S.)


Dicionário Empresarial (Parte #1)

Posted: dezembro 17th, 2009 | Author: | Filed under: Empreendedorismo | Tags: , , , | 13 Comments »

dicionario empreendedor 150x150 Dicionário Empresarial (Parte #1)Quando abri a Quicksys e comecei a lidar constantemente com empreendedores, tive dificuldade em entender o que eles falavam. Eram termos financeiros, relacionados a contabilidade e etc.

Para ajudar os marinheiros de primeira viagem,  resolvi criar um mini-dicionário com as palavras mais frequentes. Serão três posts (Parte 1 / Parte 2 / Parte 3) com diversas palavras.

Fique à vontade para enviar suas sugestões nos comentários.

  • Análise Ambiental – Estudo feito visando conhecer mais detalhadamente os agentes e fatores que por ventura podem influenciar nos planejamentos da empresa.
  • Ativo Circulante – Compreende o dinheiro em caixa, os saldos bancários e todos os valores que podem ser convertidos em dinheiro imediatamente.
  • Ativo Fixo – São os imóveis, os equipamentos, os utensílios, as ferramentas, as patentes, tudo aquilo que é essencial para a empresa continuar operando e não pode ser convertido em dinheiro imediatamente.
  • Balanço Patrimonial – Levantamento contábil que demonstra a situação econômico-financeira de uma empresa. Agrupando racionalmente os saldos credores e saldos devedores da empresa em certo período, o balanço representa a exata situação econômico-financeira da empresa e constitui o documento oficial com que se dão por encerradas as operações contábeis do período contemplado.
  • Capacidade de Pagamento – É realizada através de dados indiretos que nos permitem inferir a capacidade de pagamento. Utilizam-se alguns indicadores: a) avaliação da experiência dos proprietários do setor; b) análise da capacidade de produção; c) análise da capacidade de comercialização; d) análise de recursos humanos; e) análise do fluxo de caixa.
  • Capital de Giro – Significa capital de trabalho. São os recursos utilizados para financiar as operações da empresa, em decorrência das atividades de comprar, produzir, e vender. De um modo geral esses recursos estão nas seguintes contas: Disponibilidades; Duplicatas a Receber; Estoques de Matérias-primas, produtos em elaboração, produtos acabados e ou mercadorias.
  • Ciclo Econômico – Inicia-se com a compra da matéria-prima e vai até o dia da venda do produto acabado. Perceba que esse ciclo não se preocupa com as condições de pagamento.
  • Ciclo Financeiro – Inicia-se com o pagamento da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado.
  • Concordata – Recurso jurídico que permite a continuação do comércio da empresa insolvente (incapaz de saldas seus débitos nos prazos contratuais). Distingue-se, portanto, da falência, quando a empresa insolvente cessa todas as suas atividades.
  • Concorrência Direta – Também chamada livre-concorrência. Situação do regime de iniciativa privada em que empresas competem entre si, sem que nenhuma delas goze da supremacia em virtude de privilégios jurídicos, força econômica ou posse exclusiva de certos recursos.
  • Concorrência Indireta – É aquela em que ocorre a competição entre empresas de ramos diferentes. Ex.: Uma pessoa pode viajar para Nova York ou comprar um sofá para sua sala de estar. Assim, a agência de viagens e a loja de móveis são concorrentes indiretos.
  • Contas a Pagar – Relação das contas e obrigações de uma empresa.
  • Contas a Receber – Relação das receitas que uma empresa tem a receber.
  • Curva de Oferta – Relação entre o preço de mercado de um produto e a quantidade desse mesmo bem que os produtores se dispõem a destinar aos consumidores. É representada numa escala gráfica em cujo eixo vertical registram-se os preços do mercado e no eixo horizontal a quantidade de produto destinado aos consumidores.
  • Custo Direto – Custos que podem ser identificados diretamente com uma unidade do produto.
  • Custo Fixo – Custos cujo montante não varia proporcionalmente ao volume produzido ou vendido; como aluguel, luz, etc.
  • Custo Indireto – Custos relacionados com a fabricação que não podem ser economicamente identificados com as unidades que estão sendo produzidas.
  • Custo Variável – Custos cujo montante varia de acordo com o volume produzido ou vendido e serviço prestados; como matérias primas, material secundário, etc.
  • Custos – Gastos efetuados pela empresa na elaboração de produtos ou na prestação de serviços.
  • Demanda – Ou procura, é a quantidade de um bem ou serviço que um consumidor deseja e está disposto a adquirir por determinado preço e em determinado momento.
  • Depreciação – Redução do valor do ativo em conseqüência de desgaste pelo uso, obsolescência tecnológica ou queda no preço de mercado – geralmente de máquinas, equipamentos e edificações.
  • Desembolso – Pagamento do gasto efetuado; o desembolso causa redução na disponibilidade de caixa.
  • Despesas – Gastos que servem como apoio para que as empresas atinjam seus objetivos como: salários administrativos, telefones, etc.
  • Economia de Escala – Produção de bens em larga escala, com vistas a uma considerável redução nos custos. Também chamada de economias internas, as economias de escala resultam da racionalização intensiva da atividade produtiva, graças ao emprego sistemático de novos engenhos tecnológicos e de processos avançados de automação, organização e especialização do trabalho.
  • Empreendedor – Em português, é utilizados com o mesmo sentido, tanto a palavra empreendedor como empresário. Segundo ANSOFF “O empreendedor é aquele indivíduo cujo desejo de independência foi capaz de motivá-lo no sentido de estabelecer sua própria empresa.
  • Empreendedorismo – Designa uma área de grande abrangência e trata de vários temas, além da criação de empresas. São eles: geração de auto-emprego (trabalhador autônomo); empreendedorismo comunitário (como as comunidades empreendem); intra-empreendedorismo (o empregado empreendedor); políticas públicas (políticas governamentais para o setor).
  • Encargos Sociais – Conjunto de obrigações trabalhistas que devem ser pagas pelas empresas mensalmente ou anualmente, além do salário do empregado.
  • Estoques – Quantidade de um bem armazenado ou em conservação (matérias-primas, combustíveis, produtos semi-acabados ou acabados). Os bens podem ser estocados para venda, abastecimento de entressafra, ou simplesmente para especulação.
  • Estratégia – É o foco a ser tomado para atingir determinado objetivo.
  • Exigível a Longo Prazo – São os empréstimos a longo prazo. Normalmente provocam juros que têm reflexos financeiros de forma imediata ou a curto prazo, mas também provocam variações monetárias.
  • Faturamento – Conjunto dos recebimentos, expresso em unidades monetárias, obtidos por uma empresa em determinado período com a venda de bens ou serviços. Em outros termos, é o número de unidades vendidas multiplicado pelo preço de venda unitário. Diferencia-se da receita, que inclui os valores obtidos de outras fontes (aplicações financeiras ou vendas a prazo).
  • Firma Individual – Pertence a uma só pessoa. O proprietário responsável pelos atos da empresa, de forma ilimitada. O nome da firma é o nome do dono. É facultado o uso de um nome de fantasia.
  • Fluxo de Caixa – É o instrumento de projeção que possibilita determinar as necessidades financeiras, a curto, médio e longo prazos da empresa, permitindo de forma transparente e eficaz visualizar os momentos em que ocorrerão as diversas entradas e saídas de caixa. Permite que o administrador planeje, organize, coordene, dirija e controle os recursos financeiros de sua empresa.
  • Índices de Liquidez – Disponibilidade em moeda corrente ou posse de títulos ou valores conversíveis rapidamente em dinheiro. A liquidez varia conforme o tipo de investimento e o momento econômico, mas liquidez absoluta só apresenta o próprio papel-moeda. Todos os outros títulos ou valores possuem graus (índices) maiores ou menores de liquidez, em função da maior ou menor facilidade de serem convertidos em moeda.
  • Inventário – Relação pormenorizada dos bens e valores de uma pessoa ou firma. Em direito, é o processo no qual se faz a exata demonstração da situação econômica de uma pessoa falecida, antes de se realizar a partilha entre os herdeiros. Em contabilidade, é a base sobre a qual se faz o balanço de uma firma.
  • Investimento em Capital de Giro – Aplicação de recursos para financiar as operações da empresa, em decorrência das atividades de comprar, produzir, e vender.
  • Investimento Fixo – Investimentos não destinados à negociação, mas dirigidos para produzirem benefícios à investidora mediante sua participação nos resultados das investidas, ou para obtenção de bom relacionamento com os clientes ou fornecedores (inclusive instituições financeiras), ou para especulação pura e simples sem nenhum prazo definido.
  • Livro de Registro de Apuração do ICMS – Livro Fiscal destinado ao registro dos totais dos valores contábeis e fiscais, das operações de entradas e saídas, extraído dos respectivos livros.
  • Livro de Registro de Apuração do IPI – Livro Fiscal destinado a apurar as operações de entradas e saídas de produtos fabricados durante o mês.
  • Livro de Registro de Entradas – Livro Fiscal destinado à escrituração do movimento de entrada de mercadorias ou serviços, a qualquer título.
  • Livro de Registro de Inventário – Livro Fiscal destinado a rolar mercadorias, matérias-primas, produtos fabricados e em fabricação e bens do ativo imobilizado, na época do balanço.
  • Livro de Registro de Saída – Livro Fiscal destinado à escrituração do movimento de saídas de mercadorias ou serviços, a qualquer título.
  • Lucratividade – É o grau de rendimento proporcionado pelas receitas operacionais. Pode ser expresso em percentual de lucro em relação às vendas.
  • Lucro líquido – É calculado subtraindo-se do lucro bruto a quantia correspondente à depreciação do capital fixo (máquinas e equipamentos) e as despesas financeiras (pagamento de juros de empréstimos).
  • Macroeconomia – Parte da Ciência Econômica que focaliza o comportamento do sistema econômico como um todo. Tem como objeto de estudo as relações entre os grandes agregados estatísticos: a renda nacional, o nível de emprego e dos preços; o consumo, a poupança e o investimento totais.
  • Margem de Contribuição – É a diferença entre a receita de venda de uma unidade e a soma dos custos e despesas variáveis dessa mesma unidade.
  • Mark-Up – É um índice aplicado sobre o custo de um bem ou serviço para formação do preço de venda. Mark-up, pode ser entendido também como a margem bruta de comercialização. Ex.: O confeiteiro, aplica o índice 2,5 sobre o custo de produção de um kg de “torta de maçã” para formação do preço de venda.
  • Microeconomia – Ramo da Ciência Econômica que estuda o comportamento das unidades de consumo representadas pelos indivíduos e pelas famílias; as empresas e suas produções e custos; a produção e o preço de diversos bens, serviços e fatores produtivos.
  • Microempresa – Pessoas jurídicas e firmas individuais com receita bruta anual de até 96.000 UFIR´s. Este limite deve ser alterado por nova lei, passando para 250.000 UFIR´s.
  • Missão – “Missão é a razão de ser de uma organização”. Deve exprimir sua vocação, a natureza de suas atividades, explicitando seu campo de ação e considerando os horizontes sob os quais ela atua ou deverá atuar
  • Oferta – Quantidade de um bem ou serviço que se produz e se oferece no mercado, por determinado preço e em determinado período de tempo.
  • Passivo Circulante – São as obrigações da empresa que possuem um giro maior. Corresponde às contas: empréstimos bancários, fornecedores, provisões, contas a pagar e provisão para imposto de renda.
  • Patrimônio Líquido – É o valor líquido do total de bens de uma pessoa ou de uma empresa. Comumente, designa somente o conjunto dos bens avaliáveis em dinheiro.
  • Pesquisa de Mercado – Procedimentos utilizado em empresas para investigar as preferências dos consumidores em relação a produtos, marcas, publicidade e serviços. Geralmente é escolhida uma amostra representativa da opinião da totalidade do público consumidor de determinado produto.
  • Planejamento Estratégico – Planejamento é um processo de tomada de decisão presente, que destina a produzir um ou mais estados futuros desejados, que deverão ocorrer, a menos que alguma coisa seja feita. Assim, no Planejamento Estratégico procuramos avaliar, antecipadamente, os possíveis impactos que seriam acarretados ao futuro pelas decisões tomadas no presente.
  • Plano de Negócio – Informações sobre as características, condições e necessidades do futuro empreendimento, com objetivo de analisar a potencialidade e a viabilidade da implantação.
  • Ponto de Equilíbrio – O volume exato de vendas em que uma empresa não apresenta nem lucro nem prejuízo (lucro/prejuízo = 0).
  • Propaganda – Divulgação paga e planejada de mensagens veiculadas em revistas, jornais, televisão e outros meios de comunicação, com o objetivo de persuadir as pessoas a comprar determinado produto ou utilizar determinado serviço.
  • Qualidade Total – É a adequação ao uso . É a conformidade às exigências. Um dos principais fatores no desempenho de uma organização é a qualidade de seus produtos e serviços. Visa assegurar a seus clientes que a conformidade às exigências especificadas é atendida por todo ciclo, como a engenharia de projetos, desenvolvimento de produtos, produção, instalação, assistência técnica e manutenção pós-venda.
  • Receita Bruta de Vendas – Em termos contábeis, é a soma de todos os valores recebidos em dado espaço de tempo. Não se deduz nenhuma conta para obter o valor da Receita Bruta.
  • Receita Líquida de Vendas – É o mesmo valor da Receita Bruta deduzindo os impostos sobre vendas, as devoluções, os descontos comerciais e abatimentos.
  • Rentabilidade – É o grau de rendimento proporcionado por determinado investimento. Pode ser expresso em percentual de lucro em relação ao investimento. Normalmente é inversamente proporcional ao risco.
  • Risco – Condição própria de um investidor, ante as possibilidades de perder ou ganhar dinheiro. Os juros ou o lucro são explicados como recompensas recebidas pelo investidor por assumir determinado risco de incerteza econômica, relativa a eventualidades como queda da taxa de juros, recusa do produto pelo consumidor, ou investimento numa atividade cujos resultados se revelam anti-econômicos.
  • Sociedade Civil – Firma constituída por duas ou mais pessoas, apenas para prestação de serviços. Regulada pelo código civil, não pode praticar atos de comércio. Não estão sujeitas a falência.
  • Sociedade Comercial – É constituída por duas ou mais pessoas, com a finalidade de explorar uma atividade comercial ou industrial. Os tipos mais comuns são as sociedades por Cotas de Responsabilidade Limitada e a Sociedade por Ações.
  • Sociedade Limitada – Sociedade comercial por cotas de responsabilidade limitada: cada sócio responde apenas na medida de sua cota. Deve adotar uma razão social que explique, o quanto possível, o objetivo da sociedade e seja sempre seguida da palavra limitada.
  • Taxa de Juros – Índice (taxa) pré-determinada que corresponde à remuneração que o tomador de um empréstimo deve pagar ao dono do capital.
  • Tempo de Retorno – É o prazo que o capital investido será recuperado.
  • TIR (Taxa Interna de Retorno) – É a taxa que iguala, em determinado momento, a entrada de caixa (VP – Valor Presente, montante emprestado) com as saídas periódicas de caixa (pagamento da dívida) atualizadas ao mesmo momento.
  • TJLP – É a Taxa de Juros de Longo Prazo, e é usada em vários contratos, principalmente da carteira de crédito rural dos bancos. É calculada pelo governo, a partir da oscilação de vários papéis da dívida externa brasileira no mercado internacional. Com a crise cambial de 1999, passou a ser calculada pela média das últimas TJLP multiplicada por 1,1.
  • VPL (Valor Presente Líquido) – É o valor presente dos fluxos de caixa gerados pelo negócio implantado, líquidos do valor inicialmente investido. Esse método procura expressar os fluxos de caixa do projeto em termos de valores monetários de uma mesma data, ou mais especificamente, a data de início do projeto, o “momento atual”.

5 perguntas fundamentais sobre estratégia empresarial

Posted: dezembro 10th, 2009 | Author: | Filed under: Empreendedorismo, Estratégias | Tags: , , , | 1 Comment »

Estou terminando de ler o livro “Inovadores em ação” de William C. Taylor e Polly LaBarre. A obra reúne uma série de questionamentos sobre os valores e propósitos das empresas. Muito interessante. Separei cinco questões que estão presentes no livro. São elas:

  1. Você tem um propósito específico ou transgressor que o diferencia de seus concorrentes?
  2. Esta é a grande questão que destaca os inconformistas de seus concorrentes sem personalidade. (…) As empresas que fazem as críticas mais ferrenhas aos valores de cada setor acabam sendo as competidoras mais inteligentes.

  3. Você tem um vocabulário de competição que seja exclusivo em seu setor e cativante para seus empregados e clientes?
  4. Estamos falando de uma linguagem de negócios real, verdadeira, exclusiva da sua empresa. (…) Uma ideologia competitiva dita a forma como a empresa se comunica com seus funcionários, clientes e até mesmo com os investidores.

  5. Você está preparado para rejeitar oportunidades que oferecem benefícios a curto prazo, mas que desviam a sua organização da sua missão a longo prazo?
  6. O caminho da prosperidade é determinado, em parte, pela estrada que as empresas não trilharam – a escolha de não investir em mercados que pareciam sedutores mas não estavam em sintonia com a estratégia da empresa, ou a decisão de recusar clientes que podiam gerar resultados financeiros mas não se encaixavam na estratégia formulada.

  7. Você sabe ser provocador sem provocar oposição?
  8. Um teste básico para qualquer aspirante a inovador é verificar se ele sabe ser um diplomata convincente.

  9. Se a sua empresa falisse amanhã, quem realmente sentiria a sua falta, e por quê?
  10. (…) a pergunta é tão profunda quanto simples, e vale a pena levá-la a sério ao se avaliar estratégia e competição. Porque alguém sentiria a falta da sua empresa? Porque ela está fornecendo um produto ou serviço tão especial que não pode ser suprido por nenhuma outra empresa.


5 sugestões de livros para empreendedores

Posted: dezembro 9th, 2009 | Author: | Filed under: Empreendedorismo, Livros | Tags: , , | 2 Comments »
  1. empresasfeitasparavencer 5 sugestões de livros para empreendedoresEmpresas Feitas para Vencer por Jim Collins    comprar 5 sugestões de livros para empreendedores
  2. O livro mostra como transformar o bom em ótimo e fala de como transformar uma boa organização numa organização que gera excelentes resultados sustentáveis. Trata, essencialmente, dos os princípios atemporais do processo de transição de boa empresa para grande empresa. A obra, baseada em uma pesquisa com empresas norte-americananas, procura mostrar quais são os fatores que criam as grandes organizações duradouras de qualquer tipo.

  3. oefeitomedici 5 sugestões de livros para empreendedoresO Efeito Medici por Frans Johansson comprar 5 sugestões de livros para empreendedores
  4. Neste livro sobre inovação nos negócios, tema de interesse cada vez maior entre executivos de todo o mundo, Frans Johansson revela como algumas pessoas estão realizando transformações com idéias criativas e práticas incomuns. Segundo o autor, elas penetraram na Interseção: um lugar em que conceitos de variados campos e culturas se encontram e se chocam, provocando uma explosão de novas descobertas extraordinárias. Johansson chama essa proliferação de idéias de Efeito Medici e ensina como criá-la. O livro apresenta histórias brilhantes sobre interseções entre campos diversos como ciência, negócios, arte e política. A partir de diversos exemplos, o leitor aprenderá a encontrar interseções em suas próprias experiências e a transformar os pensamentos em criações pioneiras.

  5. diferencialcompetitivo 5 sugestões de livros para empreendedoresDiferencial Competitivo por John Nesheim comprar 5 sugestões de livros para empreendedores
  6. Ter uma idéia para um novo empreendimento não basta. É preciso concentrar-se em um segmento que ninguém tenha enxergado ainda, atingir o topo e ganhar vantagem. Essa vantagem se tornar tão evidente que a concorrência acreditara ser desleal: isso e conquistar diferencial competitivo. Neste livro, John L. Nesheim ensinará ao leitor como criá-lo, desenvolvê-lo, alcançar resultados superiores aos da concorrência e se tornar um líder em seu segmento de mercado.

  7. osegredoluisa 5 sugestões de livros para empreendedoresO Segredo de Luísa por Fernando Dolabela comprar 5 sugestões de livros para empreendedores
  8. Com uma estrutura completamente inovadora, o livro oferece a alternativa de se concentrar na história ou se aprofundar nas informações específicas sobre marketing, plano de negócios, finanças, administração e organização empresarial. Esses ensinamentos são apresentados à medida que a história evolui, acompanhando o ritmo com que Luísa vai aprendendo. Assim é possível descobrir aos poucos as etapas necessárias à criação de uma empresa, desde sua idealização até à garantia de sua sobrevivência.

  9. dediquesecoracao 5 sugestões de livros para empreendedoresDedique-se de Coração por Howard Schultz comprar 5 sugestões de livros para empreendedores
  10. A Starbucks Coffe Company começou com uma loja varejista no porto de Seattle, nos Estados Unidos. Hoje têm mais de mil lojas espalhadas por todo o país. O CEO da empresa, Howard Schultz, mostra como ocorreu esse crescimento espantoso e lucrativo.


10 dicas para empresas de software e desenvolvedores

Posted: dezembro 1st, 2009 | Author: | Filed under: Empreendedorismo, Estratégias, Livros | Tags: , , | No Comments »

As dicas abaixo foram retiradas do livro Getting Real (Caindo na Real). Para os interessados, existe uma versão online do livro em português.

  1. Se você tentar agradar todo mundo, não irá agradar ninguém
  2. Diferencie-se das grandes empresas sendo pessoal e amigável
  3. Deixe as limitações lhe guiar para soluções criativas
  4. Tempo rápido de atendimento em consultas de suporte devem ser prioridade máxima
  5. Esteja preparado para dizer não a seus clientes
  6. Use fórums ou chats para deixar os clientes se ajudarem
  7. Mostre que seu produto está vivo mantendo um blog operacional do desenvolvimento do produto após o lançamento
  8. Assine feeds de notícias sobre seus concorrentes
  9. Deixe os clientes informarem o que é importante
  10. Pergunte o que as pessoas não querem