Livro – Marketing 3.0: As Forças do Novo Marketing

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Marketing 3.0: As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano comprar Livro   Marketing 3.0: As Forças do Novo Marketing

O novo modelo de marketing - Marketing 3.0 – trata os clientes não como meros clientes, mas como os seres complexos e multifacetados. Estes, por sua vez, estão escolhendo produtos e serviços que satisfaçam suas necessidades de participação, criatividade, comunidade e idealismo.

Neste livro, Philip Kotler, o mais influente pensador da área de marketing de todos os tempos, mostra porque o futuro do marketing está em criar produtos, serviços e empresas que inspirem, incluam e reflitam os valores de seus consumidores-alvo. Ele também explica o futuro do marketing e porque a maioria de seus profissionais está presa ao passado.

Michael Jackson: This is It!

michael jackson 300x216 Michael Jackson: This is It!Michael Jackson, também conhecido como o rei do pop, deixou um legado inegável para a música, mas seus acertos e equívocos vão além, chegando também ao mundo corporativo. Conheça os bons — e maus — exemplos do lado empreendedor de Michael Jackson.

Por suas contribuições e inovações no mundo da música, Michael Jackson ficará para a história. Amado por uns, odiado por outros e ignorado por poucos, fato é que Michael Joseph Jackson, nascido em 29 de agosto de 1958 e morto em 25 de junho de 2009, foi um grande empreendedor no mercado de entretenimentos. Porém, ele também cometeu inúmeros equívocos do ponto de vista estratégico. Neste texto, vamos abordar esses dois lados dessa personalidade tão polêmica.

Michael Jackson Empreendedor

•    Não existe idade para empreender
Michael Jackson começou a cantar e dançar aos 5 anos, iniciando-se na carreira profissional aos 11, como vocalista dos Jackson 5. Dois anos depois, em 1972, já iniciava sua carreira solo.

•    Parcerias estratégicas
O compositor sempre foi reconhecido por fazer parcerias estratégicas que lhe renderam excelentes resultados, como a que fez com o produtor Quincy Jones. O álbum Off the Wall, primeiro trabalho que lançaram juntos, vendeu mais de 20 milhões de cópias. Michael Jackson também trabalhou com Paul McCartney, Slash (guitarrista do Guns N’  Roses), Eddie Van Halen e Lionel Ritchie.

•    Independência e autoconfiança
Graças ao sucesso na carreira solo, libertando-se de anos de maus-tratos e humilhações, em 1983 Michael demite seu empresário, o próprio pai. No especial para a TV sobre os 25 anos da gravadora Motown, Jackson exige cantar uma música própria — diferentemente dos demais convidados, que relembraram antigos sucessos da gravadora — e ao som de Billie Jean, Michael surpreendeu o público e o mundo com o passo moonwalk. Em várias ocasiões, Jackson investiu seu próprio dinheiro para bancar suas ideias — algumas eram tão ousadas que assustavam sua gravadora.

•    Visão e inovação
Em 1982, Thriller chegou às lojas vendendo 1 milhão de cópias por semana. Foram 140 discos de ouro e platina, e mais de 100 milhões de cópias vendidas. O clipe também impulsionou as vendas. Faltando três semanas para o Natal de 1983, ele lançou o vídeo de Thriller — seu projeto mais ambicioso. O clipe se tornou referência máxima do gênero e um dos pilares da cultura pop, além de ajudar a popularizar a MTV.

•    Marketing: criando uma marca
O compositor sabia muito bem como usar algumas ferramentas de marketing. Era notável sua capacidade de criar marcas. Como Elvis Presley já era “O Rei do Rock”, Jackson batizou-se de “O Rei do Pop”. Além disso, ele soube criar outras referências junto aos fãs, como o passo moonwalk, a luva branca em apenas uma das mãos, as roupas e etc;

•    Responsabilidade social
Michael Jackson fez contribuições para dezenas de casas de caridade, além de promover outras inúmeras ações sociais. Em 1985, ele foi o principal responsável pela megacampanha USA for África, com a música-tema We Are the World, composta em parceria com Lionel Ritchie. Estima-se que somente esta ação tenha gerado quase 50 milhões de dólares para a causa. Em 2001, Michael Jackson ganhou do Guinness Book o título de artista que mais contribuiu com obras de caridade em toda a história.

Equívocos de Estratégia

•    Sucesso no passado não garante sucesso no futuro
Embora o álbum Thriller tenha sido o grande sucesso da carreira de Michael Jackson, talvez também tenha sido motivo de muitos dissabores devido à importância que esse disco ocupou no mundo do entretenimento. Jackson praticamente passou o restante de sua carreira tentando “bater-se” a si mesmo, gastando verdadeiras fortunas produzindo discos e vídeos que pudessem ter a mesma repercussão.

•    Excesso de perfeição e adiamento de projetos
Perfeccionista ao extremo, Michael adiava por anos o lançamento de novos projetos. Isso causava uma espécie de bola-de-neve em suas dívidas. As pressões que o cercaram após o sucesso de Thriller e as cobranças que se impunha fizeram-no compor 50 canções para escolher apenas 11, que entraram no disco Bad (1987). Em 2000, Michael voltou aos estúdios com 100 composições inéditas para escolher 16 que entrariam em Invincible (2001).

•    Não calcular riscos e gastar mais do que se ganha
As extravagâncias e o perfeccionismo de Michael lhe custaram, realmente, muito caro. Embora tenha tido muitos acertos, inclusive criado referências no mercado musical, ele não media custos, nem calculava seus riscos. Em Invincible (2001), seu último disco lançado em vida, Jackson gastou US$ 30 milhões. Considerado um dos álbuns mais caros da história, foram comercializados apenas 10 milhões de cópias.

•    Reclusão e desatualização
A excentricidade, o desequilíbrio emocional e as constantes polêmicas em que se envolvia tornavam Michael Jackson cada vez mais recluso e “desantenado” com o mundo. Com isso ele passou a ignorar a realidade de seu mercado e de seu público.

FONTE: BRUM, Fabiano.

A volta do utilitário Portinho

Portinho

Foram mais de 3 anos sem atualizações. Muita coisa aconteceu durante este tempo. Vou contar para vocês um pouco sobre a história deste projeto. De onde saiu o nome Portinho? De onde surgiu a ideia de montar um software para otimização do Windows? Porque ele parou de ser atualizado?

Bem, o Portinho começou em 2004, quando eu tinha 16 anos de idade. Comecei a programar em Pascal graças aos livros que meu pai adquiriu quando cursava graduação em Engenheria de Telecomunicações e pós em Ciência da Computação. Eu deixava de ir nas festinhas da família para ficar programando e lendo estes livros. Adorava ver aqueles comandos, não entender nada e ainda acreditar que um dia aquelas palavras e símbolos iriam fazer sentido.

O Portinho começou como um projeto pessoal. O meu desejo era criar um utilitário que aumentasse o rendimento da minha máquina, ou seja, o objetivo do programa era atender a minha própria necessidade. Como meu apelido é Portinho (irmão mais novo da família Porto), resolvi então colocar este nome no meu primeiro programa.

No final de 2004 / início de 2005, comecei a distribuir o Portinho para os amigos mais próximos. Queria ver a reação deles. Eles usaram, gostaram e começaram a dar sugestões. Foi uma experiência incrível. Um dos pontos mais críticos do Portinho era a sua interface. Simplesmente uma vergonha (eu assumo). E o ícone? O ícone era uma caricatura do meu rosto (criada pelo Xantus). Fui enfrentando os desafios até conseguir algo decente.

Com o passar do tempo, o programa foi ficando mais maduro e o pessoal começou a me pedir atualizações constantemente. O aumento da demanda dos meus amigos fizeram com que eu cadastrasse o Portinho nos sites de downloads.  Não existia expectativa. Para a minha surpresa, o sucesso foi grande. Foram mais de 1.000.000 de downloads no primeiro ano, sem contar as reportagens, matérias e prêmios.

Em 2006, lancei a versão do Portinho com suporte a multi-idiomas. O utilitário desenvolvido no Brasil agora estava disponível para as pessoas do mundo todo. Cada dia que se passava, mais gente utilizava e maior era o trabalho para mantê-lo.

O Portinho chegou a sair na capa do portal Terra (o que não quer dizer muita coisa, já que o servidor não aguentou 10 minutos). Outra grande surpresa foi entrar na universidade e descobrir que um colega de sala (hoje é um grande amigo) já havia usado o Portinho.

No final de 2006, aos meus 18 anos, resolvi arriscar. Decidi montar uma empresa. O que eu tinha? Um nome, muita vontade de dar certo e foco. Sabia exatamente aonde eu queria chegar, mas não como. Para simplificar: é o mesmo que ir para uma guerra querendo vencer mas sem saber quais armas serão utilizadas. Não sabia nada sobre empreendedorismo. Não sabia nem que existia a danada da contabilidade. Muito menos o que significava CNPJ.

Em 2008, abri a Quicksys. O objetivo era criar uma empresa que fornecesse produtos e serviços para prolongar a vida útil dos computadores. Durante a caminhada da empresa, o Portinho acabou sendo colocado de lado. As responsabilidades aumentaram, as cobranças e o projeto foi ficando cada vez mais distante do meu dia-a-dia.

No ínicio deste ano (2010), decidi trabalhar novamente com o projeto que me fez abrir a cabeça e encarar os novos desafios. Estou dedicando o meu tempo livre para as pessoas que acreditaram em mim: os usuários do Portinho.

O PORTINHO ESTÁ DE VOLTA!

Algumas Reportagens/Entrevistas/Screenshots do Portinho

Para obter mais informações sobre o Portinho e como melhorar o desempenho do seu computador, acesse: http://www.portinho.com.br

8 dicas para quem trabalha em casa

Trabalhar em Casa - Home OfficeA editora da revista Inc., Leigh Buchanan, trabalha de casa há três anos. Não é só alegria; ela confessa que às vezes se sente sozinha, e que briga muito para ter disciplina e não atrapalhar o trabalho com afazeres domésticos. Mas, de modo geral, tem sido uma experiência interessante.

“Trabalho de casa há três anos, sem nada pra olhar além da paisagem de montanhas, e sem nada pra ouvir além de esquilos pulando no quintal. Às vezes fica bem solitário. Sinto falta das conversas aleatórias nos corredores, que fazem surgir ideias inesperadas ou ajudam a formar parcerias. Mas, em geral, trabalhar de casa tem sido uma experiência satisfatória. Consegui me manter produtiva, e a redução no estresse de não ter que atravessar a cidade provavelmente aumentou um ano em minha vida. Para aqueles que vão embarcar nessa experiência de trabalho a distância, ofereço oito dicas para se dar bem.”

1- A linguagem é importante. Nunca diga ‘trabalho em casa’. Diga ‘meu escritório é em casa’, ou ‘trabalho para o escritório a partir de casa’. Além de soar mais profissional, você não entra para a lista de amigos e parentes como aquela pessoa que pode pegar meu filho na escola ou outros compromissos.

2- Algumas pessoas gostam de se vestir para o trabalho, mesmo que eles nunca ponham o pé pra fora de casa. Outras gostam de andar pela casa de pijamas. É uma escolha pessoal. Mas se você preferir a última, pelo menos troque de roupa uma vez de dia e de noite. Casual, sim. Sujo, não.

3- Fale com alguém do trabalho pelo menos uma vez por dia. Longos momentos de silêncio são angustiantes. Após três dias, eu fico me sentindo uma criança num acampamento: preocupada de que na minha ausência, eles terão mudado de casa sem me dizer. Melhor falar com gerentes, que sabem da situação geral.

4. Fofocar, navegar na internet e comprar uma coisinha durante o almoço são maneiras saudáveis de desanuviar a cabeça do ambiente barulhento, do café ruim e da cadeira desconfortável comuns ao trabalho. Apesar de em casa haver mais silêncio e conforto, não dá pra trabalhar oito horas sem parar. Então faça coisas úteis como pausa: lave roupa, varra o chão, faça um exercício (somente se você não gostar de se exercitar; se for divertido, você vai se distrair).

5- Se você tem filhos, explique a eles que quando sua porta estiver fechada, eles não devem incomodá-lo. Se eles não obedecerem, diga que se eles interromperem seu trabalho você vai perder os seus prazos, vai ser demitida, a família vai viver na rua e você vai vender seus brinquedos para comprar comida.

6- Galinhas adorariam trabalhar das 4h às 13h; as corujas, das 15h à meia-noite. Mas lembre-se de que alguns compromissos, ligações e conferências podem ser fora de seu horário de preferência. É tentador criar uma rotina adaptada ao seu organismo; mas é melhor se basear nos horários em que o mundo exige que você esteja disponível.

7- Em casa, temos três telefones: uma para a família, um para as crianças e um para as ligações de trabalho. Tenha um aparelho somente para o trabalho, assim você não corre o risco de alguém atender desavisadamente (‘Ei, mãe, é um tal de Steve Jobs, posso dormir na casa do Lucas?’), e você pode atender no modo profissional (‘Aqui é Leigh Buchanan’) e pessoal (‘Que foi?’).

8- Tenha uma cafeteira boa. Precisa dizer mais alguma coisa?

Fonte: SANTOS, Ricardo. Papo de Empreendedor. http://www.papodeempreendedor.com.br/recursos-humanos/oito-dicas-para-quem-trabalha-em-casa/

O Sábio Pescador

Um homem de negócios, americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa mexicana, observou um pequeno barco de pesca que atracava naquele momento, trazendo um único pescador. No barco, vários grandes atuns de barbatana amarela. O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e lhe perguntou quanto tempo levara para pescá-los.
Pouco tempo – respondeu o mexicano.
Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo, o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante. O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades imediatas de sua família. O americano voltou à carga:
Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?
O mexicano respondeu:
Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com os meus filhos, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho e toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, senhor.
O americano assumiu um debochado ar de pouco caso e disse:
Eu sou formado em Administração de empresas em Harvard, perito em ‘Qualidade’ e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros. Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia diretamente a uma indústria processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.
- Mas, senhor, quanto tempo isso levaria? – Perguntou o pescador, com os olhos arregalados.
- Uns 15 ou 20 anos – Respondeu triunfante o americano.
- E depois, senhor?
O americano riu, e disse que essa seria a melhor parte.
Quando chegasse a ocasião certa, você poderia abrir o capital de sua empresa ao público e ficar muito, muito rico. Ganharia milhões.
Milhões, senhor? E depois?
Depois… – Explicou o americano – …Você se aposentaria… Mudaria para uma pequena aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os seus netos, iria à aldeia todas as noites, onde poderia tomar vinho e tocar violão com os amigos…