"Com talento ganhamos partidas; com trabalho em equipe e inteligência ganhamos campeonatos."

O que significa abrir capital (IPO)? Quais as vantagens e desvantagens?

Posted: julho 5th, 2010 | Author: | Filed under: Empreendedorismo | Tags: , , , , , , | 3 Comments »

Basicamente, abrir capital, ou participar de uma IPO - Initial Public Offering, é o processo pelo qual uma empresa pertencente a um ou mais indivíduos é convertido num negócio pertencente à muitos. Isto envolve ofertar parte da propriedade da empresa para o público através da venda de debit, ou mais comumente equity securities (ações).

Quais são as vantagens e desvantagens?

Vantagens

  • Capitalização da empresa
  • Aumenta possibilidade de novos investimentos
  • Melhor preparada para novas aquisições
  • Diversificação de proprietário
  • Compensação dos funcionários
  • Aumenta prestígio pessoal e corporativo

Desvantagens

  • Pressão de crescimento a curto prazo
  • Abertura de informações ao público
  • Perda de controle
  • Custo inicial e de operação
  • Restrições no gerenciamento
  • Perda de benefícios pessoais
  • Restrições comerciais

A minha empresa se qualifica para este processo?

Não existem garantias na vida e nem no processo de busca de investimentos. Nos negócios, esta é a razão pela qual chamamos estas pessoas de empreendedoras, pessoas que não têm garantias do futuro, mas lutam com todas as forças para atingi-los. Converse com um financiador, um consultor da área, contador ou advogado a respeito das oportunidades de mercado. Então pergunte a si mesmo:

  • Posso mostrar que a minha empresa pode manter constante a sua taxa de crescimento?
  • O consumidor necessita do tipo de produto e serviço que será vendido? O público acredita que o segmento da empresa está em alta?
  • A performance da empresa está igual, ou melhor, que a dos concorrentes?
  • As metas financeiras são atingíveis?

Muitos underwriters (empresas especializadas no processo de going public) exigem que a empresa possua receita anual de US$10 a US$20 milhões e lucro de US$1 milhão. Exigem também que seus produtos estejam no auge da curva de crescimento, que tenha um grupo de gerenciamento experiente que possa provar que a empresa terá crescimento médio de 25% nos próximos 05 anos. Para obter aprovação na NASDAQ sua empresa precisa de US$4 milhões em ativos líquidos tangíveis. No entanto existem muitas exceções e empresas menores também podem se tornar públicas.

O que minha empresa precisa para abrir capital?

Auditoria financeira e um excelente time de gerenciamento. A credibilidade e a experiência do time de gerenciamento é a chave mais importante para obter a aprovação do underwriter e concluir com sucesso o processo de abertura de capital. Você também precisa de um time externo muito forte, que são: consultores de IPO, advogados, contadores, relações públicas etc.

O que é o processo de registro? Abrir capital exige Demonstrativo de Registro (Registration Statement) que é um documento que deverá ser cuidadosamente preparado pela sua equipe de advogados e contadores. Este documento contém informações detalhadas a respeito dos seguintes assuntos:

  • Produto/serviço/mercado
  • Informações sobre a empresa
  • Fatores de risco
  • Explicação de como irá utilizar-se do capital levantado
  • Identificação dos principais acionistas
  • Auditoria financeira

Depois de preparado, o Demonstrativo de Registro é submetido para o SEC – Securities and Exchange Commission e outros órgãos regulamentadores para revisões detalhadas. Quando este processo é completado você e seu time de gerenciamento irão realizar um road show para apresentar sua empresa para os stock brokers que irão vender ações para os investidores.

Quanto custa o processo de going public? O custo pode variar consideravelmente dependendo do histórico de cada empresa, tamanho e complexidade do negócio. A seguir apresentaremos uma faixa de custos que podem ser utilizadas como base.

  • Jurídico: $50,000 a $150,000
  • Contabilidade: $20,000 a $75,000
  • Auditoria: $30,000 a $200,000
  • Relações Públicas: $20,000 a $80,000
  • Taxas: $10,000 a $30,000
  • Temos que considerar ainda a comissão do underwriter como também diversas despesas que ocorrerão dentro da própria empresa.

Quanto tempo demora o processo?

De 3 a 12 meses (média de 6-9 meses – quando bem preparada).

O que significa Lockup Agreement?

Quando uma empresa de Internet torna-se pública, faz seu IPO. Nestes casos é comum um acordo, chamado em inglês de lockup agreement. Os primeiros investidores – os gerentes que trabalham e os investidores que entram com o capital – concordam em não vender suas ações durante um certo período após a empresa ter se tornado uma S.A. Este período costuma ser de seis meses. É o caso das ações da EBay, por exemplo. O IPO da EBay lançou 3.5 milhões de ações da empresa para o público. E desde o final de janeiro de 1999, mais de 24.5 milhões de ações já estão livres para serem negociadas. É claro que Wall Street sabe quando os lockups estão para expirar. Quando chega a hora, os insiders da Bolsa vendem ações antes que outras novas cheguem. Por isso o período de lockup serve também de bola de cristal para prever o que vai acontecer com as ações de empresas de Internet. Em 1998 as ações da VeriSign, por exemplo, caíram 8% um mês antes do lockup acabar e continuaram a cair. As ações da DoubleClick caíram 9% um mês antes e continuaram caindo por mais dois meses. O mesmo acontece com a NetGravity um mês antes do lockup vencer. Espera-se que as ações da EBay caiam bastante, devido a oferta que poderá acontecer. A EBay teve um período de lockup de apenas 120 dias. Tudo isso serve para contestar um dos mitos dos IPOs Internet. Acredita-se que uma empresa quando se torna pública, seus donos e fundadores enriquecem instantaneamente. Não é bem assim. Quem faz milhões da noite para o dia são os bancos de investimento e certos investidores. Mas o pessoal das empresas tem que ter paciência. Foi o que aconteceu com as ações do Theglobe.com. Quando subiram, a imprensa logo pintou seus dois diretores (de vinte e poucos anos de idade) quase como adolescentes milionários. As ações subiram muito em um primeiro momento, mas depois caíram. Os jovens diretores não podem fazer dinheiro com elas. Como disse um deles, Stephan Paternot, ao TheStreet.com: “Não posso vender nada. Na verdade, a única coisa que mudou na minha vida foi o fato de meus amigos acharem que a conta do bar deve vir para mim.” Mas passado algum tempo, os investidores que tiverem paciência deverão ser recompensados. FONTE:

http://www.planodenegocios.com.br/files/Formas_de_Obtencao_de_Capital.pdf


A Arte do Começo – Palestra Legendada

Posted: junho 8th, 2010 | Author: | Filed under: Empreendedorismo, Livros, Startups | Tags: , , , , , | 3 Comments »

Guy Kawasaki, fundador e CEO da Garage Technology Ventures, apresenta em A Arte do Começo os passos mais importantes para lançar um novo produto, uma nova marca, abrir uma empresa ou iniciar qualquer projeto, lucrativo ou não. Ensina como estabelecer uma mentalidade mais empreendedora em empresas já estabelecidas, apresentando idéias excelentes para se iniciar qualquer projeto.


Michael Jackson: This is It!

Posted: maio 2nd, 2010 | Author: | Filed under: Empreendedorismo | Tags: , , , , , | 11 Comments »

michael jackson 300x216 Michael Jackson: This is It!Michael Jackson, também conhecido como o rei do pop, deixou um legado inegável para a música, mas seus acertos e equívocos vão além, chegando também ao mundo corporativo. Conheça os bons — e maus — exemplos do lado empreendedor de Michael Jackson.

Por suas contribuições e inovações no mundo da música, Michael Jackson ficará para a história. Amado por uns, odiado por outros e ignorado por poucos, fato é que Michael Joseph Jackson, nascido em 29 de agosto de 1958 e morto em 25 de junho de 2009, foi um grande empreendedor no mercado de entretenimentos. Porém, ele também cometeu inúmeros equívocos do ponto de vista estratégico. Neste texto, vamos abordar esses dois lados dessa personalidade tão polêmica.

Michael Jackson Empreendedor

•    Não existe idade para empreender
Michael Jackson começou a cantar e dançar aos 5 anos, iniciando-se na carreira profissional aos 11, como vocalista dos Jackson 5. Dois anos depois, em 1972, já iniciava sua carreira solo.

•    Parcerias estratégicas
O compositor sempre foi reconhecido por fazer parcerias estratégicas que lhe renderam excelentes resultados, como a que fez com o produtor Quincy Jones. O álbum Off the Wall, primeiro trabalho que lançaram juntos, vendeu mais de 20 milhões de cópias. Michael Jackson também trabalhou com Paul McCartney, Slash (guitarrista do Guns N’  Roses), Eddie Van Halen e Lionel Ritchie.

•    Independência e autoconfiança
Graças ao sucesso na carreira solo, libertando-se de anos de maus-tratos e humilhações, em 1983 Michael demite seu empresário, o próprio pai. No especial para a TV sobre os 25 anos da gravadora Motown, Jackson exige cantar uma música própria — diferentemente dos demais convidados, que relembraram antigos sucessos da gravadora — e ao som de Billie Jean, Michael surpreendeu o público e o mundo com o passo moonwalk. Em várias ocasiões, Jackson investiu seu próprio dinheiro para bancar suas ideias — algumas eram tão ousadas que assustavam sua gravadora.

•    Visão e inovação
Em 1982, Thriller chegou às lojas vendendo 1 milhão de cópias por semana. Foram 140 discos de ouro e platina, e mais de 100 milhões de cópias vendidas. O clipe também impulsionou as vendas. Faltando três semanas para o Natal de 1983, ele lançou o vídeo de Thriller — seu projeto mais ambicioso. O clipe se tornou referência máxima do gênero e um dos pilares da cultura pop, além de ajudar a popularizar a MTV.

•    Marketing: criando uma marca
O compositor sabia muito bem como usar algumas ferramentas de marketing. Era notável sua capacidade de criar marcas. Como Elvis Presley já era “O Rei do Rock”, Jackson batizou-se de “O Rei do Pop”. Além disso, ele soube criar outras referências junto aos fãs, como o passo moonwalk, a luva branca em apenas uma das mãos, as roupas e etc;

•    Responsabilidade social
Michael Jackson fez contribuições para dezenas de casas de caridade, além de promover outras inúmeras ações sociais. Em 1985, ele foi o principal responsável pela megacampanha USA for África, com a música-tema We Are the World, composta em parceria com Lionel Ritchie. Estima-se que somente esta ação tenha gerado quase 50 milhões de dólares para a causa. Em 2001, Michael Jackson ganhou do Guinness Book o título de artista que mais contribuiu com obras de caridade em toda a história.

Equívocos de Estratégia

•    Sucesso no passado não garante sucesso no futuro
Embora o álbum Thriller tenha sido o grande sucesso da carreira de Michael Jackson, talvez também tenha sido motivo de muitos dissabores devido à importância que esse disco ocupou no mundo do entretenimento. Jackson praticamente passou o restante de sua carreira tentando “bater-se” a si mesmo, gastando verdadeiras fortunas produzindo discos e vídeos que pudessem ter a mesma repercussão.

•    Excesso de perfeição e adiamento de projetos
Perfeccionista ao extremo, Michael adiava por anos o lançamento de novos projetos. Isso causava uma espécie de bola-de-neve em suas dívidas. As pressões que o cercaram após o sucesso de Thriller e as cobranças que se impunha fizeram-no compor 50 canções para escolher apenas 11, que entraram no disco Bad (1987). Em 2000, Michael voltou aos estúdios com 100 composições inéditas para escolher 16 que entrariam em Invincible (2001).

•    Não calcular riscos e gastar mais do que se ganha
As extravagâncias e o perfeccionismo de Michael lhe custaram, realmente, muito caro. Embora tenha tido muitos acertos, inclusive criado referências no mercado musical, ele não media custos, nem calculava seus riscos. Em Invincible (2001), seu último disco lançado em vida, Jackson gastou US$ 30 milhões. Considerado um dos álbuns mais caros da história, foram comercializados apenas 10 milhões de cópias.

•    Reclusão e desatualização
A excentricidade, o desequilíbrio emocional e as constantes polêmicas em que se envolvia tornavam Michael Jackson cada vez mais recluso e “desantenado” com o mundo. Com isso ele passou a ignorar a realidade de seu mercado e de seu público.

FONTE: BRUM, Fabiano.


Empreendedor por necessidade corre mais riscos

Posted: março 5th, 2010 | Author: | Filed under: Empreendedorismo, Estratégias | Tags: , , , | No Comments »

Quase metade dos empreendedores do país (43%) o faz por necessidade. “Ele empreende porque não tem outra opção, e não por vocação ou porque achou um nicho de mercado para explorar”, explica Paulo Alberto Bastos Junior, analista técnico da pesquisa GEM Brasil. Pelo estudo, percebe-se que essas pessoas, geralmente, encerram as atividades assim que conseguem outra chance no mercado.

O ambiente para pequenas e médias empresas no Brasil é bastante hostil. De acordo com dados do Sebrae-SP, 29% das pequenas e médias empresas criadas no Estado fecham as portas apenas um ano depois de iniciar as atividades.

Para Antonio Carlos de Mattos, gerente de consultoria empresarial do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), o empreendedor por necessidade corre muitos riscos por não conhecer todos os aspectos da vida de empresário. Ele explica que os candidatos a patrão devem considerar quatro pontos antes de investir capital e tempo na abertura de um empreendimento.

  1. Modere as expectativas
    O primeiro erro de quem quer ser patrão de si mesmo é criar a expectativa de ter a mesma renda de quando era funcionário. “Em tese, uma empresa é um investimento e o retorno é proporcional a esse investimento”, conta. Ele dá o exemplo de quem tem um carrinho de cachorro-quente. Há limite para a geração de receitas. Se o dono quer ganhar mais, precisa ampliar o negócio, seja comprando mais um carrinho ou contratando alguém.
  2. Venda sempre
    Qualquer que seja o negócio, é fundamental que tenha compradores sempre, e não só enquanto ele é novidade. Passada a empolgação inicial, o desafio é tornar o produto atraente. Trata-se de uma questão delicada, sobretudo porque o iniciante, normalmente, não lidava com clientes e fornecedores. “A sugestão é descobrir as melhores maneiras de aproximar-se do cliente. Para isso, analise tudo e pense como cliente”, ensina.
  3. Cuidado com o dinheiro
    Quem era empregado estava acostumado a receber salário em determinadas datas do mês. Isso muda quando ele se torna empresário. Vender significa receber dinheiro frequentemente – e é exatamente esse o problema. “Esse dinheiro não é dele ainda. Deve ser usado para pagar fornecedores, funcionários, impostos e custos fixos”, avisa Matos.
  4. Volume é tudo
    O empreendedor por necessidade costuma se empolgar com o lucro de outras pessoas na hora de decidir o que fazer. “Ele ouve falar que um distribuidor de água mineral compra o produto a R$ 1 e vende por R$ 3. Sem dúvida, é um lucro maravilhoso. Mas se ele vender apenas um garrafão, nada feito”, explica.

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Dicionário Empresarial (Parte #2)

Posted: fevereiro 23rd, 2010 | Author: | Filed under: Empreendedorismo | Tags: , , , , | 3 Comments »
  • Absenteísmo - Falta constante ao trabalho ou ausência devido a problemas de saúde.
  • Avaliação 360 graus – Sistema usado para medir o desempenho, em que o funcionário não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa.
  • Avaliação 180 graus - Modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe
  • B2B – Em inglês, “Business to Business“. Comércio eletrônico realizado entre empresas.
  • B2C – Em inglês, “Business to Customer“. Empresas que vendem diretamente para o consumidor final.
  • Benchmark - Parâmetros de excelência.
  • Board - Conselho diretor.
  • Bônus - Premiação em dinheiro concedida aos funcionários.
  • Brainstorm - Reunião para trocar idéias.
  • Branding - É a construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa.
  • Break Even Point – Ponto de quilíbrio entre custos e receitas de um negócio.
  • Breakthrough - Trata-se de um avanço em determinada área.
  • Briefing – Todas as informações necessárias para realização de uma determinada ação.
  • Budget - Orçamento.
  • Business Plan – Plano de negócios.
  • Business Unit – Em português significa Unidade de Negócios.
  • BUMO – “Brand Used Most Often“. Marca ou Produto mais utilizado, ou mais frequente.
  • Buying in – Compra de um negócio.
  • C2C – “Customer to Customer“. Venda de cliente para cliente.
  • Cash – Dinheiro vivo.
  • CEO – “Chief Executive Officer“. É o cargo mais alto da empresa.
  • CFO – “Chief Financial Officer“. Nome mais sofisticado para diretor de finanças.
  • Chairman – Presidente do conselho que dirige a empresa.
  • CHRO – “Chief Human Resources Officer“. Diretor de recursos humanos.
  • CIO – “Chief Information Officer“. Responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia.
  • CKO – “Chief Knowledge Officer“. Gestor do capital intelectual da companhia.
  • Clima organizacional – É o ambiente interno de uma empresa. Para avaliá-lo são considerados, entre vários itens, a liderança na companhia, a motivação para o trabalho, as possibilidades de crescimento profissional.
  • CLO – “Chief Learning Officer“. Responsável por administrar o capital intelectual.
  • CMM – “Capacity Maturity Model“. Recurso para desenvolvimento de software.
  • CMO – “Chief Marketing Officer“. A função é um pouco mais complexa que a diretoria de marketing.
  • Coaching – Sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve no desenvolvimento contínuo do profissional.
  • Commodity – Produto primário com grande participação no comércio internacional.
  • Compliance – Agir de acordo com uma regra, um pedido ou um comando.
  • Consumer relationship Management – Gerenciamento das relações com o cliente.
  • Consumer understanding – Conhecimento profundo a respeito dos clientes.
  • COO – “Chief Operating Officer“. Executivo chefe de operações.
  • Core business – Negócio principal da empresa.
  • Corporate purpose – Objetivo da empresa.
  • Counseling – Aconselhamento de carreira. É uma espécie de terapia profissional.
  • Country-manager – Diretor-geral para o país.
  • CRO – “Chief Risk Officer“. Responsável por gerenciar o risco nas operações financeiras e analisar as estratégias do negócio.
  • CSO – “Chief Security Officer“. Responsável por identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia.
  • CTO – “Chief Technology Officer“. Geralmente comanda a infra-estrutura da área de tecnologia.
  • Data-base marketing – Marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas.
  • Deadline – Data limite (Data, dia ou hora) em que alguma coisa precisa ser finalizada.
  • Downsizing – Redução no número de funcionários da empresa.
  • Dumping – Prática comercial, desleal, visando unicamente prejudicar ou eliminar a concorrência local.
  • EBITDA – “Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization“. Ganhos antes dos pagamentos de juros, impostos, depreciação e amortização.
  • Empowerment – Subordinados tem um pouco mais de responsabilidade dentro da CIA.
  • Endomarketing – Diretamente ligado à de comunicação interna, alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos.
  • Entrepreneur – Empresário.
  • Expertise – Conhecimento técnico.
  • ERPs – Sistemas de gestão empresariais.
  • Factoring – Empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas cobrando comissão.
  • Feedback – Caráter de avaliação, sobre os acertos ou erros.
  • Fine tuning – Sintonia fina, calibragem.
  • Follow-up – Revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram.
  • Forecast – Previsão.
  • Full time – Tempo integral.
  • FYI – “For your information“. Para seu conhecimento.
  • Gap – Intervalo.
  • Hands-on – Com participação ativa.
  • Headcount – Número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa.
  • Headhunter – Caça-talentos do mundo corporativo.
  • In-loco – No lugar em que determinada coisa acontece.
  • Income – Renda.
  • Income Tax – Imposto de renda.
  • Insight – Momento em que novas idéias surgem.
  • Intranet – Rede de comunicação interna, exclusiva das empresas.
  • Intrapreneur – Empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente.
  • Job Rotation – Rodízio de funções promovido pela empresa.
  • Join Venture – Associação de empresas para explorar determinado negócio.
  • Kick-off – Dar o primeiro passo, começar.
  • Know-how – Conhecimento.

Baseado no dicionário da Você S/A