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	<title>Bernardo Porto &#187; Empreendedorismo</title>
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	<description>Empreendedorismo, Startups &#38; Marketing</description>
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		<title>O que significa abrir capital (IPO)? Quais as vantagens e desvantagens?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 02:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[abrir capital]]></category>
		<category><![CDATA[capital]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[investimento de risco]]></category>
		<category><![CDATA[ipo]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Basicamente, abrir capital, ou participar de uma IPO - Initial Public Offering, é o processo pelo qual uma empresa pertencente a um ou mais indivíduos é convertido num negócio pertencente à muitos. Isto envolve ofertar parte da propriedade da empresa para o público através da venda de debit, ou mais comumente equity securities (ações). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Basicamente, abrir capital, ou participar de uma <strong>IPO </strong>- <em>Initial Public Offering,</em> é o processo pelo qual uma empresa pertencente a um ou mais indivíduos é convertido num negócio pertencente à muitos. Isto envolve ofertar parte da propriedade da empresa para o público através da venda de <em>debit</em>, ou mais comumente <em>equity securities</em> (ações).</p>
<p><strong>Quais são as vantagens e desvantagens?</strong></p>
<p><strong></strong> <strong>Vantagens </strong></p>
<ul>
<li>Capitalização da empresa</li>
<li>Aumenta possibilidade de novos investimentos</li>
<li>Melhor preparada para novas aquisições</li>
<li>Diversificação de proprietário</li>
<li>Compensação dos funcionários</li>
<li>Aumenta prestígio pessoal e corporativo</li>
</ul>
<p><strong>Desvantagens</strong></p>
<ul>
<li>Pressão de crescimento a curto prazo</li>
<li>Abertura de informações ao público</li>
<li>Perda de controle</li>
<li>Custo inicial e de operação</li>
<li>Restrições no gerenciamento</li>
<li>Perda de benefícios pessoais</li>
<li>Restrições comerciais</li>
</ul>
<p><strong> A minha empresa se qualifica para este processo?</strong></p>
<p>Não existem garantias na vida e nem no processo de busca de investimentos. Nos negócios, esta é a razão pela qual chamamos estas pessoas de empreendedoras, pessoas que não têm garantias do futuro, mas lutam com todas as forças para atingi-los. Converse com um financiador, um consultor da área, contador ou advogado a respeito das oportunidades de mercado. Então pergunte a si mesmo:</p>
<ul>
<li>Posso mostrar que a minha empresa pode manter constante a sua taxa de crescimento?</li>
<li>O consumidor necessita do tipo de produto e serviço que será vendido? O público acredita que o segmento da empresa está em alta?</li>
<li>A performance da empresa está igual, ou melhor, que a dos concorrentes?</li>
<li>As metas financeiras são atingíveis?</li>
</ul>
<p>Muitos <em>underwriters </em>(empresas especializadas no processo de<em> going public</em>) exigem que a empresa possua receita anual de US$10 a US$20 milhões e lucro de US$1 milhão. Exigem também que seus produtos estejam no auge da curva de crescimento, que tenha um grupo de gerenciamento experiente que possa provar que a empresa terá crescimento médio de 25% nos próximos 05 anos. Para obter aprovação na NASDAQ sua empresa precisa de US$4 milhões em ativos líquidos tangíveis. No entanto existem muitas exceções e empresas menores também podem se tornar públicas.</p>
<p><strong>O que minha empresa precisa para abrir capital?</strong></p>
<p>Auditoria financeira e um excelente time de gerenciamento. A credibilidade e a experiência do time de gerenciamento é a chave mais importante para obter a aprovação do underwriter e concluir com sucesso o processo de abertura de capital. Você também precisa de um time externo muito forte, que são: consultores de IPO, advogados, contadores, relações públicas etc.</p>
<p><strong>O que é o processo de registro?</strong> Abrir capital exige Demonstrativo de Registro (<em>Registration Statement</em>) que é um documento que deverá ser cuidadosamente preparado pela sua equipe de advogados e contadores. Este documento contém informações detalhadas a respeito dos seguintes assuntos:</p>
<ul>
<li>Produto/serviço/mercado</li>
<li>Informações sobre a empresa</li>
<li>Fatores de risco</li>
<li>Explicação de como irá utilizar-se do capital levantado</li>
<li>Identificação dos principais acionistas</li>
<li>Auditoria financeira</li>
</ul>
<p>Depois de preparado, o Demonstrativo de Registro é submetido para o SEC &#8211; <em>Securities and Exchange Commission</em> e outros órgãos regulamentadores para revisões detalhadas. Quando este processo é completado você e seu time de gerenciamento irão realizar um <em>road show</em> para apresentar sua empresa para os<em> stock brokers</em> que irão vender ações para os investidores.</p>
<p><strong>Quanto custa o processo de <em>going public</em>?</strong> O custo pode variar consideravelmente dependendo do histórico de cada empresa, tamanho e complexidade do negócio. A seguir apresentaremos uma faixa de custos que podem ser utilizadas como base.</p>
<ul>
<li>Jurídico: $50,000 a $150,000</li>
<li>Contabilidade: $20,000 a $75,000</li>
<li>Auditoria: $30,000 a $200,000</li>
<li>Relações Públicas: $20,000 a $80,000</li>
<li>Taxas: $10,000 a $30,000</li>
<li>Temos que considerar ainda a comissão do underwriter como também diversas despesas que ocorrerão dentro da própria empresa.</li>
</ul>
<p><strong>Quanto tempo demora o processo?</strong></p>
<p>De 3 a 12 meses (média de 6-9 meses &#8211; quando bem preparada).</p>
<p><strong>O que significa <em>Lockup Agreement</em>?</strong></p>
<p>Quando uma empresa de Internet torna-se pública, faz seu <strong>IPO</strong>. Nestes casos é comum um acordo, chamado em inglês de <em>lockup agreement</em>. Os primeiros investidores &#8211; os gerentes que trabalham e os investidores que entram com o capital &#8211; concordam em não vender suas ações durante um certo período após a empresa ter se tornado uma S.A. Este período costuma ser de seis meses.  É o caso das ações da EBay, por exemplo. O <strong>IPO </strong>da EBay lançou 3.5 milhões de ações da empresa para o público. E desde o final de janeiro de 1999, mais de 24.5 milhões de ações já estão livres para serem negociadas. É claro que Wall Street sabe quando os <em>lockups </em>estão para expirar. Quando chega a hora, os insiders da Bolsa vendem ações antes que outras novas cheguem.  Por isso o período de lockup serve também de bola de cristal para prever o que vai acontecer com as ações de empresas de Internet. Em 1998 as ações da VeriSign, por exemplo, caíram 8% um mês antes do lockup acabar e continuaram a cair. As ações da DoubleClick caíram 9% um mês antes e continuaram caindo por mais dois meses. O mesmo acontece com a NetGravity um mês antes do lockup vencer.  Espera-se que as ações da EBay caiam bastante, devido a oferta que poderá acontecer. A EBay teve um período de lockup de apenas 120 dias.  Tudo isso serve para contestar um dos mitos dos IPOs Internet. Acredita-se que uma empresa quando se torna pública, seus donos e fundadores enriquecem instantaneamente. Não é bem assim. Quem faz milhões da noite para o dia são os bancos de investimento e certos investidores. Mas o pessoal das empresas tem que ter paciência.  Foi o que aconteceu com as ações do Theglobe.com. Quando subiram, a imprensa logo pintou seus dois diretores (de vinte e poucos anos de idade) quase como adolescentes milionários.  As ações subiram muito em um primeiro momento, mas depois caíram. Os jovens diretores não podem fazer dinheiro com elas. Como disse um deles, Stephan Paternot, ao TheStreet.com: &#8220;Não posso vender nada. Na verdade, a única coisa que mudou na minha vida foi o fato de meus amigos acharem que a conta do bar deve vir para mim.&#8221;  Mas passado algum tempo, os investidores que tiverem paciência deverão ser recompensados.  FONTE:</p>
<p><a href="http://www.planodenegocios.com.br/files/Formas_de_Obtencao_de_Capital.pdf">http://www.planodenegocios.com.br/files/Formas_de_Obtencao_de_Capital.pdf</a></p>
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		<title>A Arte do Começo &#8211; Palestra Legendada</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 14:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[a arte do começo]]></category>
		<category><![CDATA[criar projeto]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[garage technology ventures]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Kawasaki]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Guy Kawasaki, fundador e CEO da Garage Technology Ventures, apresenta em A Arte do Começo os passos mais importantes para lançar um novo produto, uma nova marca, abrir uma empresa ou iniciar qualquer projeto, lucrativo ou não. Ensina como estabelecer uma mentalidade mais empreendedora em empresas já estabelecidas, apresentando idéias excelentes para se iniciar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><strong>Guy Kawasaki</strong>, fundador e CEO da <em>Garage Technology Ventures</em>, apresenta em <strong>A Arte do Começo</strong> os passos mais importantes para lançar um novo produto, uma nova marca, abrir uma empresa ou iniciar qualquer projeto, lucrativo ou não. Ensina como estabelecer uma mentalidade mais empreendedora em empresas já estabelecidas, apresentando idéias excelentes para se iniciar qualquer projeto.</p>
<p><object id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=8206486082210767228&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=8206486082210767228&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Michael Jackson: This is It!</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 03:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[michael jackson]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[this is it]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Michael Jackson, também conhecido como o rei do pop, deixou um legado inegável para a música, mas seus acertos e equívocos vão além, chegando também ao mundo corporativo. Conheça os bons — e maus — exemplos do lado empreendedor de Michael Jackson. Por suas contribuições e inovações no mundo da música, Michael Jackson ficará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><strong><a href="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2010/05/michael-jackson.jpg" rel="lightbox[622]"><img class="alignleft size-medium wp-image-623" style="margin: 10px;" title="michael-jackson" src="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2010/05/michael-jackson-300x216.jpg" alt="michael jackson 300x216 Michael Jackson: This is It!" width="210" height="151" /></a>Michael Jackson</strong>, também conhecido como o rei do pop, deixou um legado inegável para a música, mas seus acertos e equívocos vão além, chegando também ao mundo corporativo. Conheça os bons — e maus — exemplos do lado empreendedor de Michael Jackson.</p>
<p>Por suas contribuições e inovações no mundo da música, Michael Jackson ficará para a história. Amado por uns, odiado por outros e ignorado por poucos, fato é que Michael Joseph Jackson, nascido em 29 de agosto de 1958 e morto em 25 de junho de 2009, foi um grande empreendedor no mercado de entretenimentos. Porém, ele também cometeu inúmeros equívocos do ponto de vista estratégico. Neste texto, vamos abordar esses dois lados dessa personalidade tão polêmica.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Michael Jackson Empreendedor</strong></span></p>
<p>•   <strong> Não existe idade para empreender</strong><br />
Michael Jackson começou a cantar e dançar aos 5 anos, iniciando-se na carreira profissional aos 11, como vocalista dos Jackson 5. Dois anos depois, em 1972, já iniciava sua carreira solo.</p>
<p>•   <strong> Parcerias estratégicas </strong><br />
O compositor sempre foi reconhecido por fazer parcerias estratégicas que lhe renderam excelentes resultados, como a que fez com o produtor Quincy Jones. O álbum <em>Off the Wall</em>, primeiro trabalho que lançaram juntos, vendeu mais de 20 milhões de cópias. Michael Jackson também trabalhou com Paul McCartney, Slash (guitarrista do Guns N’  Roses), Eddie Van Halen e Lionel Ritchie.</p>
<p>•   <strong> Independência e autoconfiança</strong><br />
Graças ao sucesso na carreira solo, libertando-se de anos de maus-tratos e humilhações, em 1983 Michael demite seu empresário, o próprio pai. No especial para a TV sobre os 25 anos da gravadora Motown, Jackson exige cantar uma música própria — diferentemente dos demais convidados, que relembraram antigos sucessos da gravadora — e ao som de Billie Jean, Michael surpreendeu o público e o mundo com o passo <em>moonwalk.</em> Em várias ocasiões, Jackson investiu seu próprio dinheiro para bancar suas ideias — algumas eram tão ousadas que assustavam sua gravadora.</p>
<p>•    <strong>Visão e inovação</strong><br />
Em 1982, <em>Thriller </em>chegou às lojas vendendo 1 milhão de cópias por semana. Foram 140 discos de ouro e platina, e mais de 100 milhões de cópias vendidas. O clipe também impulsionou as vendas. Faltando três semanas para o Natal de 1983, ele lançou o vídeo de <em>Thriller </em>— seu projeto mais ambicioso. O clipe se tornou referência máxima do gênero e um dos pilares da cultura pop, além de ajudar a popularizar a MTV.</p>
<p>•   <strong> Marketing: criando uma marca</strong><br />
O compositor sabia muito bem como usar algumas ferramentas de marketing. Era notável sua capacidade de criar marcas. Como Elvis Presley já era “O Rei do Rock”, Jackson batizou-se de “O Rei do Pop”. Além disso, ele soube criar outras referências junto aos fãs, como o passo moonwalk, a luva branca em apenas uma das mãos, as roupas e etc;</p>
<p>•    <strong>Responsabilidade social</strong><br />
Michael Jackson fez contribuições para dezenas de casas de caridade, além de promover outras inúmeras ações sociais. Em 1985, ele foi o principal responsável pela megacampanha <em>USA for África</em>, com a música-tema <em>We Are the World</em>, composta em parceria com Lionel Ritchie. Estima-se que somente esta ação tenha gerado quase 50 milhões de dólares para a causa. Em 2001, Michael Jackson ganhou do <em>Guinness Book</em> o título de artista que mais contribuiu com obras de caridade em toda a história.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Equívocos de Estratégia</strong></span></p>
<p>•    <strong>Sucesso no passado não garante sucesso no futuro</strong><br />
Embora o álbum <em>Thriller </em>tenha sido o grande sucesso da carreira de Michael Jackson, talvez também tenha sido motivo de muitos dissabores devido à importância que esse disco ocupou no mundo do entretenimento. Jackson praticamente passou o restante de sua carreira tentando “bater-se” a si mesmo, gastando verdadeiras fortunas produzindo discos e vídeos que pudessem ter a mesma repercussão.</p>
<p>•    <strong>Excesso de perfeição e adiamento de projetos</strong><br />
Perfeccionista ao extremo, Michael adiava por anos o lançamento de novos projetos. Isso causava uma espécie de bola-de-neve em suas dívidas. As pressões que o cercaram após o sucesso de <em>Thriller </em>e as cobranças que se impunha fizeram-no compor 50 canções para escolher apenas 11, que entraram no disco Bad (1987). Em 2000, Michael voltou aos estúdios com 100 composições inéditas para escolher 16 que entrariam em Invincible (2001).</p>
<p>•    <strong>Não calcular riscos e gastar mais do que se ganha</strong><br />
As extravagâncias e o perfeccionismo de Michael lhe custaram, realmente, muito caro. Embora tenha tido muitos acertos, inclusive criado referências no mercado musical, ele não media custos, nem calculava seus riscos. Em Invincible (2001), seu último disco lançado em vida, Jackson gastou US$ 30 milhões. Considerado um dos álbuns mais caros da história, foram comercializados apenas 10 milhões de cópias.</p>
<p>•    <strong>Reclusão e desatualização</strong><br />
A excentricidade, o desequilíbrio emocional e as constantes polêmicas em que se envolvia tornavam Michael Jackson cada vez mais recluso e “desantenado” com o mundo. Com isso ele passou a ignorar a realidade de seu mercado e de seu público.</p>
<p><em>FONTE: BRUM, Fabiano.</em></p>
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		<title>Empreendedor por necessidade corre mais riscos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Quase metade dos empreendedores do país (43%) o faz por necessidade. “Ele empreende porque não tem outra opção, e não por vocação ou porque achou um nicho de mercado para explorar”, explica Paulo Alberto Bastos Junior, analista técnico da pesquisa GEM Brasil. Pelo estudo, percebe-se que essas pessoas, geralmente, encerram as atividades assim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div>			
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Quase metade dos empreendedores do país (43%) o faz por necessidade. <em>“Ele empreende porque não tem outra opção, e não por vocação ou porque achou um nicho de mercado para explorar”</em>, explica Paulo Alberto Bastos Junior, analista técnico da pesquisa GEM Brasil. Pelo estudo, percebe-se que essas pessoas, geralmente, encerram as atividades assim que conseguem outra chance no mercado.</p>
<p>O ambiente para pequenas e médias empresas no Brasil é bastante hostil. De acordo com dados do Sebrae-SP, 29% das pequenas e médias empresas criadas no Estado fecham as portas apenas um ano depois de iniciar as atividades.</p>
<p>Para Antonio Carlos de Mattos, gerente de consultoria empresarial do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), o empreendedor por necessidade corre muitos riscos por não conhecer todos os aspectos da vida de empresário. Ele explica que os candidatos a patrão devem considerar quatro pontos antes de investir capital e tempo na abertura de um empreendimento.</p>
<ol>
<li><strong>Modere as expectativas<br />
</strong>O primeiro erro de quem quer ser patrão de si mesmo é criar a expectativa de ter a mesma renda de quando era funcionário. “Em tese, uma empresa é um investimento e o retorno é proporcional a esse investimento”, conta. Ele dá o exemplo de quem tem um carrinho de cachorro-quente. Há limite para a geração de receitas. Se o dono quer ganhar mais, precisa ampliar o negócio, seja comprando mais um carrinho ou contratando alguém.</li>
<li><strong>Venda sempre</strong><br />
Qualquer que seja o negócio, é fundamental que tenha compradores sempre, e não só enquanto ele é novidade. Passada a empolgação inicial, o desafio é tornar o produto atraente. Trata-se de uma questão delicada, sobretudo porque o iniciante, normalmente, não lidava com clientes e fornecedores. “A sugestão é descobrir as melhores maneiras de aproximar-se do cliente. Para isso, analise tudo e pense como cliente”, ensina.</li>
<li><strong>Cuidado com o dinheiro</strong><br />
Quem era empregado estava acostumado a receber salário em determinadas datas do mês. Isso muda quando ele se torna empresário. Vender significa receber dinheiro frequentemente – e é exatamente esse o problema. “Esse dinheiro não é dele ainda. Deve ser usado para pagar fornecedores, funcionários, impostos e custos fixos”, avisa Matos.</li>
<li><strong>Volume é tudo</strong><br />
O empreendedor por necessidade costuma se empolgar com o lucro de outras pessoas na hora de decidir o que fazer. “Ele ouve falar que um distribuidor de água mineral compra o produto a R$ 1 e vende por R$ 3. Sem dúvida, é um lucro maravilhoso. Mas se ele vender apenas um garrafão, nada feito”, explica.</li>
</ol>
<p>Você pode se interessar por:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.bernardoporto.com/2009/10/empreendedorismo-por-necessidade/" target="_self">Charge do Tema</a></li>
<li><a href="http://empregos.ig.com.br/carreira/noticias/2009/01/30/empreendedor+por+necessidade+corre+mais+riscos+3713031.html" target="_blank">Texto Completo</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicionário Empresarial (Parte #2)</title>
		<link>http://www.bernardoporto.com/2010/02/dicionario-do-empreendedor-parte-2/</link>
		<comments>http://www.bernardoporto.com/2010/02/dicionario-do-empreendedor-parte-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[dicionario]]></category>
		<category><![CDATA[dicionario empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[termos]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Absenteísmo - Falta constante ao trabalho ou ausência devido a problemas de saúde. Avaliação 360 graus &#8211; Sistema usado para medir o desempenho, em que o funcionário não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa. Avaliação 180 graus - Modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><ul>
<li><strong>Absenteísmo </strong>- Falta constante ao trabalho ou ausência devido a problemas de saúde.</li>
<li><strong>Avaliação 360 graus</strong> &#8211; Sistema usado para medir o desempenho, em que o funcionário não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa.</li>
<li><strong>Avaliação 180 graus -</strong> Modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe</li>
<li><strong>B2B</strong> &#8211; Em inglês, <em>&#8220;Business to Business</em>&#8220;. Comércio eletrônico realizado entre empresas.</li>
<li><strong>B2C</strong> &#8211; Em inglês, &#8220;<em>Business to Customer</em>&#8220;. Empresas que vendem diretamente para o consumidor final.</li>
<li><strong>Benchmark</strong> - Parâmetros de excelência.</li>
<li><strong>Board</strong> - Conselho diretor.</li>
<li><strong>Bônus</strong> - Premiação em dinheiro concedida aos funcionários.</li>
<li><strong>Brainstorm</strong> - Reunião para trocar idéias.</li>
<li><strong>Branding</strong> - É a construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa.</li>
<li><strong>Break Even Point</strong> &#8211; Ponto de quilíbrio entre custos e receitas de um negócio.</li>
<li><strong>Breakthrough -</strong> Trata-se de um avanço em determinada área.</li>
<li><strong>Briefing</strong> &#8211; Todas as informações necessárias para realização de uma determinada ação.</li>
<li><strong>Budget -</strong> Orçamento.</li>
<li><strong>Business Plan</strong> &#8211; Plano de negócios.</li>
<li><strong>Business Unit</strong> &#8211; Em português significa Unidade de Negócios.</li>
<li><strong>BUMO</strong> &#8211; &#8220;<em>Brand Used Most Often</em>&#8220;. Marca ou Produto mais utilizado, ou mais frequente.</li>
<li><strong>Buying in</strong> &#8211; Compra de um negócio.</li>
<li><strong>C2C</strong> &#8211; &#8220;<em>Customer to Customer</em>&#8220;. Venda de cliente para cliente.</li>
<li><strong>Cash</strong> &#8211; Dinheiro vivo.</li>
<li><strong>CEO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Executive Officer</em>&#8220;. É o cargo mais alto da empresa.</li>
<li><strong>CFO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Financial Officer</em>&#8220;. Nome mais sofisticado para diretor de finanças.</li>
<li><strong>Chairman</strong> &#8211; Presidente do conselho que dirige a empresa.</li>
<li><strong>CHRO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Human Resources Officer</em>&#8220;. Diretor de recursos humanos.</li>
<li><strong>CIO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Information Officer</em>&#8220;. Responsável pelo planejamento e estratégia por trás da tecnologia.</li>
<li><strong>CKO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Knowledge Officer</em>&#8220;. Gestor do capital intelectual da companhia.</li>
<li><strong>Clima organizacional</strong> &#8211; É o ambiente interno de uma empresa. Para avaliá-lo são considerados, entre vários itens, a liderança na companhia, a motivação para o trabalho, as possibilidades de crescimento profissional.</li>
<li><strong>CLO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Learning Officer</em>&#8220;. Responsável por administrar o capital intelectual.</li>
<li><strong>CMM</strong> &#8211; &#8220;<em>Capacity Maturity Model</em>&#8220;. Recurso para desenvolvimento de software.</li>
<li><strong>CMO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Marketing Officer</em>&#8220;. A função é um pouco mais complexa que a diretoria de marketing.</li>
<li><strong>Coaching</strong> &#8211; Sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve no desenvolvimento contínuo do profissional.</li>
<li><strong>Commodity</strong> &#8211; Produto primário com grande participação no comércio internacional.</li>
<li><strong>Compliance</strong> &#8211; Agir de acordo com uma regra, um pedido ou um comando.</li>
<li><strong>Consumer relationship Management</strong> &#8211; Gerenciamento das relações com o cliente.</li>
<li><strong>Consumer understanding</strong> &#8211; Conhecimento profundo a respeito dos clientes.</li>
<li><strong>COO</strong> &#8211; &#8220;<em>Chief Operating Officer</em>&#8220;. Executivo chefe de operações.</li>
<li><strong>Core business</strong> &#8211; Negócio principal da empresa.</li>
<li><strong>Corporate purpose</strong> &#8211; Objetivo da empresa.</li>
<li><strong>Counseling</strong> &#8211; Aconselhamento de carreira. É uma espécie de terapia profissional.</li>
<li><strong>Country-manager</strong> &#8211; Diretor-geral para o país.</li>
<li><strong>CRO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Risk Officer</em>&#8220;. Responsável por gerenciar o risco nas operações financeiras e analisar as estratégias do negócio.</li>
<li><strong>CSO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Security Officer</em>&#8220;. Responsável por identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia.</li>
<li><strong>CTO</strong> &#8211; &#8220;C<em>hief Technology Officer</em>&#8220;. Geralmente comanda a infra-estrutura da área de tecnologia.</li>
<li><strong>Data-base marketing</strong> &#8211; Marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas.</li>
<li><strong>Deadline</strong> &#8211; Data limite (Data, dia ou hora) em que alguma coisa precisa ser finalizada.</li>
<li><strong>Downsizing</strong> &#8211; Redução no número de funcionários da empresa.</li>
<li><strong>Dumping</strong> &#8211; Prática comercial, desleal, visando unicamente prejudicar ou eliminar a concorrência local.</li>
<li><strong>EBITDA</strong> &#8211; &#8220;<em>Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization</em>&#8220;. Ganhos antes dos pagamentos de juros, impostos, depreciação e amortização.</li>
<li><strong>Empowerment</strong> &#8211; Subordinados tem um pouco mais de responsabilidade dentro da CIA.</li>
<li><strong>Endomarketing</strong> &#8211; Diretamente ligado à de comunicação interna, alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos.</li>
<li><strong>Entrepreneur</strong> &#8211; Empresário.</li>
<li><strong>Expertise</strong> &#8211; Conhecimento técnico.</li>
<li><strong>ERPs</strong> &#8211; Sistemas de gestão empresariais.</li>
<li><strong>Factoring</strong> &#8211; Empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas cobrando comissão.</li>
<li><strong>Feedback</strong> &#8211; Caráter de avaliação, sobre os acertos ou erros.</li>
<li><strong>Fine tuning</strong> &#8211; Sintonia fina, calibragem.</li>
<li><strong>Follow-up</strong> &#8211; Revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram.</li>
<li><strong>Forecast</strong> &#8211; Previsão.</li>
<li><strong>Full time</strong> &#8211; Tempo integral.</li>
<li><strong>FYI</strong> &#8211; &#8220;<em>For your information</em>&#8220;. Para seu conhecimento.</li>
<li><strong>Gap</strong> &#8211; Intervalo.</li>
<li><strong>Hands-on</strong> &#8211; Com participação ativa.</li>
<li><strong>Headcount</strong> &#8211; Número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa.</li>
<li><strong>Headhunter</strong> &#8211; Caça-talentos do mundo corporativo.</li>
<li><strong>In-loco</strong> &#8211; No lugar em que determinada coisa acontece.</li>
<li><strong>Income</strong> &#8211; Renda.</li>
<li><strong>Income Tax</strong> &#8211; Imposto de renda.</li>
<li><strong>Insight</strong> &#8211; Momento em que novas idéias surgem.</li>
<li><strong>Intranet</strong> &#8211; Rede de comunicação interna, exclusiva das empresas.</li>
<li><strong>Intrapreneur</strong> &#8211; Empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente.</li>
<li><strong>Job Rotation</strong> &#8211; Rodízio de funções promovido pela empresa.</li>
<li><strong>Join Venture</strong> &#8211; Associação de empresas para explorar determinado negócio.</li>
<li><strong>Kick-off</strong> &#8211; Dar o primeiro passo, começar.</li>
<li><strong>Know-how</strong> &#8211; Conhecimento.</li>
</ul>
<p><em>Baseado no dicionário da Você S/A</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>As 12 Causas do Fracasso na Liderança</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 13:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[causas]]></category>
		<category><![CDATA[fracasso]]></category>
		<category><![CDATA[liderença]]></category>
		<category><![CDATA[líderes]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Liderança é um dos termos mais mencionados nos últimos tempos. É comum encontrar em revistas e blogs, textos que citam características do verdadeiro líder. Estes meios de comunicação esquecem de mencionar ações de líderes que podem resultar no fracasso. Pesquisei um pouco sobre o assunto e encontrei algumas atitudes que podem prejudicar uma liderança. Elas são: A incapacidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			</div>
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			</div>			
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;"><script src="http://www.stumbleupon.com/hostedbadge.php?s=1&amp;r=http://www.bernardoporto.com/2010/01/as-12-causas-do-fracasso-na-lideranca/"></script></div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><strong>Liderança </strong>é um dos termos mais mencionados nos últimos tempos. É comum encontrar em revistas e blogs, textos que citam características do verdadeiro líder. Estes meios de comunicação esquecem de mencionar ações de líderes que podem resultar no fracasso. Pesquisei um pouco sobre o assunto e encontrei algumas atitudes que podem prejudicar uma liderança. Elas são:</p>
<ol>
<li>A incapacidade de organizar detalhes;</li>
<li>A falta de disposição do líder em fazer aquilo que ele próprio pede para os outros fazerem;</li>
<li>Expectativa de pagamento pelo que se sabe, ao invés do que se realiza;</li>
<li>Medo da competição dos outros;</li>
<li>A ausência de pensamento criativo;</li>
<li>A síndrome do “EU”;</li>
<li>O excesso de licenciamento;</li>
<li>A deslealdade;</li>
<li>A ênfase demasiada na autoridade;</li>
<li>A valorização da titularidade;</li>
<li>A falta de compreensão dos efeitos negativos em um ambiente negativo;</li>
<li>A falta de bom senso;</li>
</ol>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2010/01/ChargeLideranca1.jpg" rel="lightbox[468]"><img class="aligncenter size-full wp-image-470" title="Charge Lideranca" src="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2010/01/ChargeLideranca1.jpg" alt="ChargeLideranca1 As 12 Causas do Fracasso na Liderança" width="388" height="137" /></a></p>
<p>Fonte:  DENNY, Richard</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dicionário Empresarial (Parte #1)</title>
		<link>http://www.bernardoporto.com/2009/12/dicionario-do-empreendedor-parte/</link>
		<comments>http://www.bernardoporto.com/2009/12/dicionario-do-empreendedor-parte/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 12:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[dicionario]]></category>
		<category><![CDATA[dicionario empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bernardoporto.com/?p=334</guid>
		<description><![CDATA[Tweet Quando abri a Quicksys e comecei a lidar constantemente com empreendedores, tive dificuldade em entender o que eles falavam. Eram termos financeiros, relacionados a contabilidade e etc. Para ajudar os marinheiros de primeira viagem,  resolvi criar um mini-dicionário com as palavras mais frequentes. Serão três posts (Parte 1 / Parte 2 / Parte 3) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			<div style="float:left; width:80px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
			<g:plusone size="medium" href="http://www.bernardoporto.com/2009/12/dicionario-do-empreendedor-parte/"></g:plusone>
			</div>
			<div style="float:left; width:95px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;">
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			</div>			
			<div style="float:left; width:85px;padding-right:10px; margin:4px 4px 4px 4px;height:30px;"><script src="http://www.stumbleupon.com/hostedbadge.php?s=1&amp;r=http://www.bernardoporto.com/2009/12/dicionario-do-empreendedor-parte/"></script></div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-338" style="margin: 5px;" title="Dicionário Empreendedor" src="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2009/12/dicionario_empreendedor-150x150.jpg" alt="dicionario empreendedor 150x150 Dicionário Empresarial (Parte #1)" width="105" height="105" />Quando abri a <strong>Quicksys </strong>e comecei a lidar constantemente com empreendedores, tive dificuldade em entender o que eles falavam. Eram termos financeiros, relacionados a contabilidade e etc.</p>
<p>Para ajudar os marinheiros de primeira viagem,  resolvi criar um mini-dicionário com as palavras mais frequentes. Serão três posts (Parte 1 / Parte 2 / Parte 3) com diversas palavras.</p>
<p>Fique à vontade para enviar suas sugestões nos comentários.</p>
<ul>
<li><strong>Análise Ambiental</strong> – Estudo feito visando conhecer mais detalhadamente os agentes e fatores que por ventura podem influenciar nos planejamentos da empresa.</li>
<li><strong>Ativo Circulante</strong> – Compreende o dinheiro em caixa, os saldos bancários e todos os valores que podem ser convertidos em dinheiro imediatamente.</li>
<li><strong>Ativo Fixo </strong>– São os imóveis, os equipamentos, os utensílios, as ferramentas, as patentes, tudo aquilo que é essencial para a empresa continuar operando e não pode ser convertido em dinheiro imediatamente.</li>
<li><strong>Balanço Patrimonial</strong> – Levantamento contábil que demonstra a situação econômico-financeira de uma empresa. Agrupando racionalmente os saldos credores e saldos devedores da empresa em certo período, o balanço representa a exata situação econômico-financeira da empresa e constitui o documento oficial com que se dão por encerradas as operações contábeis do período contemplado.</li>
<li><strong>Capacidade de Pagamento</strong> – É realizada através de dados indiretos que nos permitem inferir a capacidade de pagamento. Utilizam-se alguns indicadores: a) avaliação da experiência dos proprietários do setor; b) análise da capacidade de produção; c) análise da capacidade de comercialização; d) análise de recursos humanos; e) análise do fluxo de caixa.</li>
<li><strong>Capital de Giro</strong> – Significa capital de trabalho. São os recursos utilizados para financiar as operações da empresa, em decorrência das atividades de comprar, produzir, e vender. De um modo geral esses recursos estão nas seguintes contas: Disponibilidades; Duplicatas a Receber; Estoques de Matérias-primas, produtos em elaboração, produtos acabados e ou mercadorias.</li>
<li><strong>Ciclo Econômico</strong> – Inicia-se com a compra da matéria-prima e vai até o dia da venda do produto acabado. Perceba que esse ciclo não se preocupa com as condições de pagamento.</li>
<li><strong>Ciclo Financeiro</strong> – Inicia-se com o pagamento da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado.</li>
<li><strong>Concordata </strong>– Recurso jurídico que permite a continuação do comércio da empresa insolvente (incapaz de saldas seus débitos nos prazos contratuais). Distingue-se, portanto, da falência, quando a empresa insolvente cessa todas as suas atividades.</li>
<li><strong>Concorrência Direta</strong> – Também chamada livre-concorrência. Situação do regime de iniciativa privada em que empresas competem entre si, sem que nenhuma delas goze da supremacia em virtude de privilégios jurídicos, força econômica ou posse exclusiva de certos recursos.</li>
<li><strong>Concorrência Indireta</strong> – É aquela em que ocorre a competição entre empresas de ramos diferentes. Ex.: Uma pessoa pode viajar para Nova York ou comprar um sofá para sua sala de estar. Assim, a agência de viagens e a loja de móveis são concorrentes indiretos.</li>
<li><strong>Contas a Pagar</strong> – Relação das contas e obrigações de uma empresa.</li>
<li><strong>Contas a Receber</strong> – Relação das receitas que uma empresa tem a receber.</li>
<li><strong>Curva de Oferta </strong>– Relação entre o preço de mercado de um produto e a quantidade desse mesmo bem que os produtores se dispõem a destinar aos consumidores. É representada numa escala gráfica em cujo eixo vertical registram-se os preços do mercado e no eixo horizontal a quantidade de produto destinado aos consumidores.</li>
<li><strong>Custo Direto </strong>– Custos que podem ser identificados diretamente com uma unidade do produto.</li>
<li><strong>Custo Fixo</strong> – Custos cujo montante não varia proporcionalmente ao volume produzido ou vendido; como aluguel, luz, etc.</li>
<li><strong>Custo Indireto</strong> – Custos relacionados com a fabricação que não podem ser economicamente identificados com as unidades que estão sendo produzidas.</li>
<li><strong>Custo Variável</strong> – Custos cujo montante varia de acordo com o volume produzido ou vendido e serviço prestados; como matérias primas, material secundário, etc.</li>
<li><strong>Custos </strong>– Gastos efetuados pela empresa na elaboração de produtos ou na prestação de serviços.</li>
<li><strong>Demanda </strong>– Ou procura, é a quantidade de um bem ou serviço que um consumidor deseja e está disposto a adquirir por determinado preço e em determinado momento.</li>
<li><strong>Depreciação </strong>– Redução do valor do ativo em conseqüência de desgaste pelo uso, obsolescência tecnológica ou queda no preço de mercado – geralmente de máquinas, equipamentos e edificações.</li>
<li><strong>Desembolso </strong>– Pagamento do gasto efetuado; o desembolso causa redução na disponibilidade de caixa.</li>
<li><strong>Despesas </strong>– Gastos que servem como apoio para que as empresas atinjam seus objetivos como: salários administrativos, telefones, etc.</li>
<li><strong>Economia de Escala</strong> – Produção de bens em larga escala, com vistas a uma considerável redução nos custos. Também chamada de economias internas, as economias de escala resultam da racionalização intensiva da atividade produtiva, graças ao emprego sistemático de novos engenhos tecnológicos e de processos avançados de automação, organização e especialização do trabalho.</li>
<li><strong>Empreendedor </strong>– Em português, é utilizados com o mesmo sentido, tanto a palavra empreendedor como empresário. Segundo ANSOFF &#8220;O empreendedor é aquele indivíduo cujo desejo de independência foi capaz de motivá-lo no sentido de estabelecer sua própria empresa.</li>
<li><strong>Empreendedorismo </strong>– Designa uma área de grande abrangência e trata de vários temas, além da criação de empresas. São eles: geração de auto-emprego (trabalhador autônomo); empreendedorismo comunitário (como as comunidades empreendem); intra-empreendedorismo (o empregado empreendedor); políticas públicas (políticas governamentais para o setor).</li>
<li><strong>Encargos Sociais </strong>– Conjunto de obrigações trabalhistas que devem ser pagas pelas empresas mensalmente ou anualmente, além do salário do empregado.</li>
<li><strong>Estoques </strong>– Quantidade de um bem armazenado ou em conservação (matérias-primas, combustíveis, produtos semi-acabados ou acabados). Os bens podem ser estocados para venda, abastecimento de entressafra, ou simplesmente para especulação.</li>
<li><strong>Estratégia </strong>– É o foco a ser tomado para atingir determinado objetivo.</li>
<li><strong>Exigível a Longo Prazo</strong> – São os empréstimos a longo prazo. Normalmente provocam juros que têm reflexos financeiros de forma imediata ou a curto prazo, mas também provocam variações monetárias.</li>
<li><strong>Faturamento </strong>– Conjunto dos recebimentos, expresso em unidades monetárias, obtidos por uma empresa em determinado período com a venda de bens ou serviços. Em outros termos, é o número de unidades vendidas multiplicado pelo preço de venda unitário. Diferencia-se da receita, que inclui os valores obtidos de outras fontes (aplicações financeiras ou vendas a prazo).</li>
<li><strong>Firma Individual</strong> – Pertence a uma só pessoa. O proprietário responsável pelos atos da empresa, de forma ilimitada. O nome da firma é o nome do dono. É facultado o uso de um nome de fantasia.</li>
<li><strong>Fluxo de Caixa</strong> – É o instrumento de projeção que possibilita determinar as necessidades financeiras, a curto, médio e longo prazos da empresa, permitindo de forma transparente e eficaz visualizar os momentos em que ocorrerão as diversas entradas e saídas de caixa. Permite que o administrador planeje, organize, coordene, dirija e controle os recursos financeiros de sua empresa.</li>
<li><strong>Índices de Liquidez</strong> – Disponibilidade em moeda corrente ou posse de títulos ou valores conversíveis rapidamente em dinheiro. A liquidez varia conforme o tipo de investimento e o momento econômico, mas liquidez absoluta só apresenta o próprio papel-moeda. Todos os outros títulos ou valores possuem graus (índices) maiores ou menores de liquidez, em função da maior ou menor facilidade de serem convertidos em moeda.</li>
<li><strong>Inventário </strong>– Relação pormenorizada dos bens e valores de uma pessoa ou firma. Em direito, é o processo no qual se faz a exata demonstração da situação econômica de uma pessoa falecida, antes de se realizar a partilha entre os herdeiros. Em contabilidade, é a base sobre a qual se faz o balanço de uma firma.</li>
<li><strong>Investimento em Capital de Giro</strong> – Aplicação de recursos para financiar as operações da empresa, em decorrência das atividades de comprar, produzir, e vender.</li>
<li><strong>Investimento Fixo</strong> – Investimentos não destinados à negociação, mas dirigidos para produzirem benefícios à investidora mediante sua participação nos resultados das investidas, ou para obtenção de bom relacionamento com os clientes ou fornecedores (inclusive instituições financeiras), ou para especulação pura e simples sem nenhum prazo definido.</li>
<li><strong>Livro de Registro de Apuração do ICMS</strong> – Livro Fiscal destinado ao registro dos totais dos valores contábeis e fiscais, das operações de entradas e saídas, extraído dos respectivos livros.</li>
<li><strong>Livro de Registro de Apuração do IPI</strong> – Livro Fiscal destinado a apurar as operações de entradas e saídas de produtos fabricados durante o mês.</li>
<li><strong>Livro de Registro de Entradas</strong> – Livro Fiscal destinado à escrituração do movimento de entrada de mercadorias ou serviços, a qualquer título.</li>
<li><strong>Livro de Registro de Inventário </strong>– Livro Fiscal destinado a rolar mercadorias, matérias-primas, produtos fabricados e em fabricação e bens do ativo imobilizado, na época do balanço.</li>
<li><strong>Livro de Registro de Saída</strong> – Livro Fiscal destinado à escrituração do movimento de saídas de mercadorias ou serviços, a qualquer título.</li>
<li><strong>Lucratividade </strong>– É o grau de rendimento proporcionado pelas receitas operacionais. Pode ser expresso em percentual de lucro em relação às vendas.</li>
<li><strong>Lucro líquido </strong>– É calculado subtraindo-se do lucro bruto a quantia correspondente à depreciação do capital fixo (máquinas e equipamentos) e as despesas financeiras (pagamento de juros de empréstimos).</li>
<li><strong>Macroeconomia </strong>– Parte da Ciência Econômica que focaliza o comportamento do sistema econômico como um todo. Tem como objeto de estudo as relações entre os grandes agregados estatísticos: a renda nacional, o nível de emprego e dos preços; o consumo, a poupança e o investimento totais.</li>
<li><strong>Margem de Contribuição</strong> – É a diferença entre a receita de venda de uma unidade e a soma dos custos e despesas variáveis dessa mesma unidade.</li>
<li><strong>Mark-Up</strong> – É um índice aplicado sobre o custo de um bem ou serviço para formação do preço de venda. Mark-up, pode ser entendido também como a margem bruta de comercialização. Ex.: O confeiteiro, aplica o índice 2,5 sobre o custo de produção de um kg de &#8220;torta de maçã&#8221; para formação do preço de venda.</li>
<li><strong>Microeconomia </strong>– Ramo da Ciência Econômica  que estuda o comportamento das unidades de consumo representadas pelos indivíduos e pelas famílias; as empresas e suas produções e custos; a produção e o preço de diversos bens, serviços e fatores produtivos.</li>
<li><strong>Microempresa </strong>– Pessoas jurídicas e firmas individuais com receita bruta anual de até 96.000 UFIR´s. Este limite deve ser alterado por nova lei, passando para 250.000 UFIR´s.</li>
<li><strong>Missão </strong>– “Missão é a razão de ser de uma organização”. Deve exprimir sua vocação, a natureza de suas atividades, explicitando seu campo de ação e considerando os horizontes sob os quais ela atua ou deverá atuar</li>
<li><strong>Oferta </strong>– Quantidade de um bem ou serviço que se produz e se oferece no mercado, por determinado preço e em determinado período de tempo.</li>
<li><strong>Passivo Circulante </strong>–  São as obrigações da empresa que possuem um giro maior. Corresponde às contas: empréstimos bancários, fornecedores, provisões, contas a pagar e provisão para imposto de renda.</li>
<li><strong>Patrimônio Líquido</strong> – É o valor líquido do total de bens de uma pessoa ou de uma empresa. Comumente, designa somente o conjunto dos bens avaliáveis em dinheiro.</li>
<li><strong>Pesquisa de Mercado</strong> – Procedimentos utilizado em empresas para investigar as preferências dos consumidores em relação a produtos, marcas, publicidade e serviços. Geralmente é escolhida uma amostra representativa da opinião da totalidade do público consumidor de determinado produto.</li>
<li><strong>Planejamento Estratégico</strong> – Planejamento é um processo de tomada de decisão presente, que destina a produzir um ou mais estados futuros desejados, que deverão ocorrer, a menos que alguma coisa seja feita. Assim, no Planejamento Estratégico procuramos avaliar, antecipadamente, os possíveis impactos que seriam acarretados ao futuro pelas decisões tomadas no presente.</li>
<li><strong>Plano de Negócio </strong>– Informações sobre as características, condições e necessidades do futuro empreendimento, com objetivo de analisar a potencialidade e a viabilidade da implantação.</li>
<li><strong>Ponto de Equilíbrio</strong> – O volume exato de vendas em que uma empresa não apresenta nem lucro nem prejuízo (lucro/prejuízo = 0).</li>
<li><strong>Propaganda </strong>– Divulgação paga e planejada de mensagens veiculadas em revistas, jornais, televisão e outros meios de comunicação, com o objetivo de persuadir as pessoas a comprar determinado produto ou utilizar determinado serviço.</li>
<li><strong>Qualidade Total </strong>– É a adequação ao uso . É a conformidade às exigências. Um dos principais fatores no desempenho de uma organização é a qualidade de seus produtos e serviços. Visa assegurar a seus clientes que a conformidade às exigências especificadas é atendida por todo ciclo, como a engenharia de projetos, desenvolvimento de produtos, produção, instalação, assistência técnica e manutenção pós-venda.</li>
<li><strong>Receita Bruta de Vendas</strong> – Em termos contábeis, é a soma de todos os valores recebidos em dado espaço de tempo. Não se deduz nenhuma conta para obter o valor da Receita Bruta.</li>
<li><strong>Receita Líquida de Vendas</strong> – É o mesmo valor da Receita Bruta deduzindo os impostos sobre vendas, as devoluções, os descontos comerciais e abatimentos.</li>
<li><strong>Rentabilidade </strong>– É o grau de rendimento proporcionado por determinado investimento. Pode ser expresso em percentual de lucro em relação ao investimento. Normalmente é inversamente proporcional ao risco.</li>
<li><strong>Risco </strong>– Condição própria de um investidor, ante as possibilidades de perder ou ganhar dinheiro. Os juros ou o lucro são explicados como recompensas recebidas pelo investidor por assumir determinado risco de incerteza econômica, relativa a eventualidades como queda da taxa de juros, recusa do produto pelo consumidor, ou investimento numa atividade cujos resultados se revelam anti-econômicos.</li>
<li><strong>Sociedade Civil </strong>– Firma constituída por duas ou mais pessoas, apenas para prestação de serviços. Regulada pelo código civil, não pode praticar atos de comércio. Não estão sujeitas a falência.</li>
<li><strong>Sociedade Comercial</strong> – É constituída por duas ou mais pessoas, com a finalidade de explorar uma atividade comercial ou industrial. Os tipos mais comuns são as sociedades por Cotas de Responsabilidade Limitada e a Sociedade por Ações.</li>
<li><strong>Sociedade Limitada</strong> – Sociedade comercial por cotas de responsabilidade limitada: cada sócio responde apenas na medida de sua cota. Deve adotar uma razão social que explique, o quanto possível, o objetivo da sociedade e seja sempre seguida da palavra limitada.</li>
<li><strong>Taxa de Juros</strong> – Índice (taxa) pré-determinada que corresponde à remuneração que o tomador de um empréstimo deve pagar ao dono do capital.</li>
<li><strong>Tempo de Retorno</strong> – É o prazo que o capital investido será recuperado.</li>
<li><strong>TIR (Taxa Interna de Retorno)</strong> – É a taxa que iguala, em determinado momento, a entrada de caixa (VP – Valor Presente, montante emprestado) com as saídas periódicas de caixa (pagamento da dívida) atualizadas ao mesmo momento.</li>
<li><strong>TJLP </strong>– É a Taxa de Juros de Longo Prazo, e é usada em vários contratos, principalmente da carteira de crédito rural dos bancos. É calculada pelo governo, a partir da oscilação de vários papéis da dívida externa brasileira no mercado internacional. Com a crise cambial de 1999, passou a ser calculada pela média das últimas TJLP multiplicada por 1,1.</li>
<li><strong>VPL </strong><em>(Valor Presente Líquido)</em> –  É o valor presente dos fluxos de caixa gerados pelo negócio implantado, líquidos do valor inicialmente investido. Esse método procura expressar os fluxos de caixa do projeto em termos de valores monetários de uma mesma data, ou mais especificamente, a data de início do projeto, o “momento atual”.</li>
</ul>
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		<title>A Estratégia do Oceano Azul &#8211; Conceitos e Cases</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:47:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[cases]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia do oceano azul]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[oceano azul]]></category>
		<category><![CDATA[resumo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet O livro &#8220;A Estratégia do Oceano Azul&#8221; escrito por W. Chan Kim e Renée Mauborgne, apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores da obra são da área acadêmica e baseiam toda a obra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><div id="attachment_68" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-68 " title="Livro - A Estratégia do Oceano Azul" src="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2009/10/a-estrategia-do-oceano-azul11.jpg" alt="a estrategia do oceano azul11 A Estratégia do Oceano Azul   Conceitos e Cases" width="180" height="240" /><p class="wp-caption-text">Livro - A Estratégia do Oceano Azul</p></div>
<p>O livro <strong>&#8220;A Estratégia do Oceano Azul&#8221;</strong> escrito por <em>W. Chan Kim</em> e <em>Renée Mauborgne,</em> apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma <strong>criação de novos espaços</strong> (o <em>oceano azul</em>) e uma <strong>separação da concorrência </strong>(o <em>oceano vermelho</em>).</p>
<p>Os autores da obra são da área acadêmica e baseiam toda a obra em uma extensa pesquisa realizada com diversas empresas. Em dez anos de estudo envolvendo 108 empresas, verificou-se que 86% dos novos produtos lançados eram extensões de linhas e que apenas 14% tentavam criar mercados de oceanos azuis. No entanto, esses 14% geraram 38% do total dos faturamentos e 61% dos lucros totais.</p>
<p><strong>Objetivos da Estratégia do Oceano Azul</strong></p>
<ul>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Tornar a <strong>concorrência irrelevante </strong>através da exploração de <strong>novos espaços de mercado</strong></span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Proporcionar ao mesmo tempo <strong>diferenciação e baixo custo</strong></span></li>
</ul>
<p><strong>Quebra de paradigmas</strong></p>
<ul>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Descobrir novas forma de realizar negócios</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Atender necessidades</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Novos mercados</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Novos produtos</span></li>
</ul>
<p><strong>Oceano Vermelho</strong></p>
<ul>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Concorrência acirrada</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Comoditização</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Demanda estacionada</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Diminuição de lucros</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Regras setoriais bem-definidas</span></li>
</ul>
<p><strong>Oceano Azul</strong></p>
<ul>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Mercado inexplorado</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Alta lucratividade</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Demanda em ascensão</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Expansão das fronteiras setoriais</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Inovação com valor</span></li>
</ul>
<p><strong>Inovação de Valor</strong></p>
<blockquote><p>“Ao invés de focar em destruir a concorrência, torne-a <strong>irrelevante</strong>, oferecendo um salto de valor e criando uma <strong>nova demanda de mercado</strong>.“</p></blockquote>
<p><strong>Os Passos da Estratégia</strong></p>
<ol>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Analisar suas competências</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Visualizar o mercado</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Montar sua estratégia</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Comunicar este plano ao mercado</span></li>
</ol>
<p><strong>Características de uma boa estratégia do Oceano Azul</strong></p>
<ul>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Foco</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Singularidade</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Mensagem Consistente</span></li>
</ul>
<p><strong>Case: GOL Linhas Aéreas</strong><br />
<img class="alignleft size-full wp-image-240" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Gol Linhas Aereas" src="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2009/11/gol_logo.jpg" alt="gol logo A Estratégia do Oceano Azul   Conceitos e Cases" width="106" height="74" />A GOL é considerada um <strong>oceano azul </strong>das companhias aéreas. Nenhuma de suas concorrentes já teve uma expansão tão rápida, espetacular e com custos 60% menores como a GOL. A postura agressiva da empresa em relação aos preços mudaram as regras do setor.  A empresa foi responsável pela quebra de vários paradigmas, entre eles:</p>
<ul>
<li><span style="background-color: #ffffff; ">Passagens de baixo custo sem luxo</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff; ">Viagens noturnas econômicas</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff; ">Comercializar através da internet</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff; ">Competir também com as  companhias terrestres</span></li>
</ul>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<ul>
<li><span style="background-color: #ffffff;">O fundamental é ter <strong>visão de futuro</strong>, e não apenas pensar em cumprir metas estipuladas, mas encontrar fórmulas para <strong>superá-las</strong>.</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Tanto empresas veteranas quanto as <strong>novas </strong>podem criar oceanos azuis. </span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">Os oceanos azuis e vermelhos sempre coexistiram. Estas teorias apresentadas buscam apenas <strong>sistematizar </strong>a busca por esses oceanos azuis, assim como as diversas teorias de atuação em oceanos vermelhos.</span></li>
<li><span style="background-color: #ffffff;">O desafio que se impõe para as organizações e para seus profissionais é desbravar novos mercados até encontrar o seu <strong>oceano azul</strong>.</span></li>
</ul>
<p><em><strong>Referências:</strong></em> LIMA, Ari.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tendência de mercado: visão e fé</title>
		<link>http://www.bernardoporto.com/2009/11/tendencia-de-mercado-visao-e-fe/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 20:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[jessica]]></category>
		<category><![CDATA[livingston]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
		<category><![CDATA[tendência de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[visão]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Estou lendo o livro Startup &#8211; Founders at Work &#8211; da Jessica Livingston (presente do Yuri Gitahy). O livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas com empreendedores que transformaram suas startups em grandes empresas. Em uma das entrevistas, o empreendedor Mike Lazaridis &#8211; responsável pela RIM, criadora do Blackberry - me chamou atenção sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-226" style="margin: 5px;" title="Livro Startup - Jessica Livingston" src="http://www.bernardoporto.com/wp-content/uploads/2009/11/startup-150x150.jpg" alt="startup 150x150 Tendência de mercado: visão e fé" width="105" height="105" />Estou lendo o livro <strong>Startup &#8211; </strong><em>Founders at Work &#8211; </em>da Jessica Livingston (presente do <em>Yuri Gitahy</em>). O livro reúne um conjunto de entrevistas realizadas com empreendedores que transformaram suas startups em grandes empresas. Em uma das entrevistas, o empreendedor Mike Lazaridis &#8211; responsável pela RIM, criadora do <em>Blackberry </em>- me chamou atenção sobre sua definição de <strong>tendência de mercado</strong>. Segue abaixo o trecho do livro aonde ele expõe sua opinião.</p>
<p><em>Jessica Livingston:</em></p>
<blockquote><p>Como você foi tão bem-sucedido fazendo coisas tão à frente do seu tempo?</p></blockquote>
<p><em>Mike Lazaridis:</em></p>
<blockquote><p>Como se percebe uma tendência de mercado? Uma tendência industrial? Como você transforma em produtos o que aprendeu e o que está acontencendo no espaço tecnológico de forma que passe a ter valor para os consumidores? Como encontrar esses consumidores? &#8230; <strong>nós estávamos no lugar certo, na hora certa. </strong>Mas foi necessário ter <strong>fé</strong>. Você chama de visão, mas é uma combinação de visão e fé de que:</p>
<ol>
<li>o que você faz vai <strong>acontecer </strong>algum dia;</li>
<li>aquilo de fato tem <strong>valor</strong>;</li>
<li>você realmente pode executar as coisas de maneira <strong>rentável</strong>, promovendo o produto de modo a conseguir financiamento para o desevolvimento e crescimento do negócio. É bem complicado;</li>
</ol>
</blockquote>
<p><strong><span style="color: #008000;">Na sua opinião, o que é visão? Participe!</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apresentação de empreendedores para investidores</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[investidores]]></category>
		<category><![CDATA[investimento de risco]]></category>
		<category><![CDATA[slides]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Fonte:Gian Carlo Martinelli]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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<div id="__ss_1954635" style="width: 425px; text-align: left;"><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=presskillsslidesharev-090905010328-phpapp02&amp;stripped_title=presentation-skills-mentoring-desafio-brasil-2009" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=presskillsslidesharev-090905010328-phpapp02&amp;stripped_title=presentation-skills-mentoring-desafio-brasil-2009" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p></center><br />
<br />
<strong>Fonte:</strong><em>Gian Carlo Martinelli</em></p>
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