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	<title>Bernardo Porto &#187; necessidade</title>
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	<description>Empreendedorismo, Startups &#38; Marketing</description>
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		<title>Empreendedor por necessidade corre mais riscos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 14:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Quase metade dos empreendedores do país (43%) o faz por necessidade. “Ele empreende porque não tem outra opção, e não por vocação ou porque achou um nicho de mercado para explorar”, explica Paulo Alberto Bastos Junior, analista técnico da pesquisa GEM Brasil. Pelo estudo, percebe-se que essas pessoas, geralmente, encerram as atividades assim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="border:1px solid #808080;background-color:#F0F4F9;">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Quase metade dos empreendedores do país (43%) o faz por necessidade. <em>“Ele empreende porque não tem outra opção, e não por vocação ou porque achou um nicho de mercado para explorar”</em>, explica Paulo Alberto Bastos Junior, analista técnico da pesquisa GEM Brasil. Pelo estudo, percebe-se que essas pessoas, geralmente, encerram as atividades assim que conseguem outra chance no mercado.</p>
<p>O ambiente para pequenas e médias empresas no Brasil é bastante hostil. De acordo com dados do Sebrae-SP, 29% das pequenas e médias empresas criadas no Estado fecham as portas apenas um ano depois de iniciar as atividades.</p>
<p>Para Antonio Carlos de Mattos, gerente de consultoria empresarial do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), o empreendedor por necessidade corre muitos riscos por não conhecer todos os aspectos da vida de empresário. Ele explica que os candidatos a patrão devem considerar quatro pontos antes de investir capital e tempo na abertura de um empreendimento.</p>
<ol>
<li><strong>Modere as expectativas<br />
</strong>O primeiro erro de quem quer ser patrão de si mesmo é criar a expectativa de ter a mesma renda de quando era funcionário. “Em tese, uma empresa é um investimento e o retorno é proporcional a esse investimento”, conta. Ele dá o exemplo de quem tem um carrinho de cachorro-quente. Há limite para a geração de receitas. Se o dono quer ganhar mais, precisa ampliar o negócio, seja comprando mais um carrinho ou contratando alguém.</li>
<li><strong>Venda sempre</strong><br />
Qualquer que seja o negócio, é fundamental que tenha compradores sempre, e não só enquanto ele é novidade. Passada a empolgação inicial, o desafio é tornar o produto atraente. Trata-se de uma questão delicada, sobretudo porque o iniciante, normalmente, não lidava com clientes e fornecedores. “A sugestão é descobrir as melhores maneiras de aproximar-se do cliente. Para isso, analise tudo e pense como cliente”, ensina.</li>
<li><strong>Cuidado com o dinheiro</strong><br />
Quem era empregado estava acostumado a receber salário em determinadas datas do mês. Isso muda quando ele se torna empresário. Vender significa receber dinheiro frequentemente – e é exatamente esse o problema. “Esse dinheiro não é dele ainda. Deve ser usado para pagar fornecedores, funcionários, impostos e custos fixos”, avisa Matos.</li>
<li><strong>Volume é tudo</strong><br />
O empreendedor por necessidade costuma se empolgar com o lucro de outras pessoas na hora de decidir o que fazer. “Ele ouve falar que um distribuidor de água mineral compra o produto a R$ 1 e vende por R$ 3. Sem dúvida, é um lucro maravilhoso. Mas se ele vender apenas um garrafão, nada feito”, explica.</li>
</ol>
<p>Você pode se interessar por:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.bernardoporto.com/2009/10/empreendedorismo-por-necessidade/" target="_self">Charge do Tema</a></li>
<li><a href="http://empregos.ig.com.br/carreira/noticias/2009/01/30/empreendedor+por+necessidade+corre+mais+riscos+3713031.html" target="_blank">Texto Completo</a></li>
</ul>
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