"Com talento ganhamos partidas; com trabalho em equipe e inteligência ganhamos campeonatos."

10 mandamentos para promover a inovação

Posted: maio 31st, 2010 | Author: | Filed under: Uncategorized | Tags: , , , , , , | 3 Comments »

1 – Reconheça os mais criativos

- Recompense a criatividade de forma concreta e definitiva.
- Reconheça a criatividade abaixo da linha de gerência.
- Encoraje os subordinados a recompensar a criatividade.

2 – Assuma riscos consideráveis

- Somente riscos altos trazem retornos satisfatórios.
- Muitas idéias deixam de ser absurdas quando analisadas por outro ponto de vista.
- Assuma e deixe que outros assumam riscos, tolerando erros provenientes de um esforço honestamente criativo. Em geral, são eles que trazem grandes retornos.

3 – Vença os obstáculos e não se deixe vencer

- Obstáculos são inerentes ao processo criativo.
- Obstáculos são vencidos pela perseverança.
- Aceite as perdas de curto prazo para ter ganhos a longo prazo.
- Idéias criativas não se vendem facilmente. Seja perseverante na defesa de suas idéias ou propostas.

4 – Pense a longo prazo

- O preço de resultados a curto prazo é a perda da inovação.
- Tenha duas estratégias separadas – curto prazo e longo prazo.
- Não sacrifique a pesquisa básica em função da aplicada.
- Criatividade genuína requer longo prazo.
- Pense estrategicamente e não apenas taticamente; seja pró-ativo e não reativo.

5 – Continue crescendo

- Não seja complacente pelo sucesso inicial .
- Nem todas as idéias criativas são imortais.
- Não se acomode no sucesso de hoje e se desligue do sucesso do passado.
- Mantenha o foco no amanhã.

6 – Cuidado com falta de conhecimento ou com conhecimento em demasia

- Em P&D, a falta de conhecimento pode ser fatal.
- Deve-se saber o que está acontecendo no campo de atuação.
- Para crescer, é necessário variedade e amplitude de conhecimento.
- Excesso de conhecimento específico é tão perigoso quanto a falta dele. Os maiores erros são cometidos por experts.

7 – Tolere as ambiguidades

- Idéias criativas surgem subitamente, mas são desenvolvidas lentamente. É como montar um quebra-cabeças.
- Aprenda a tolerar a ambigüidade e a frustração de resolver problemas e de tomar de decisões.
- As idéias mais criativas vêm de pessoas com capacidade de esperar. Os resultados justificam a frustração da espera.

8 – Reformule problemas sem solução

- Muitas idéias criativas são provenientes de problemas sem solução à primeira vista.
- Quando um problema se mostra sem solução, tente reformulá-lo.
- As maiores dificuldades em resolver um problema vêm da maneira como o problema é abordado e não da falta de soluções.

9 – Faça o que você mais gosta de fazer

- As idéias mais criativas vêm de pessoas que amam o que fazem.
- Não há substituto para a motivação intrínseca.
- A motivação por si só não traz a inovação, mas a sua falta garante a ausência da inovação.
- Se for possível, mude a pessoa para uma função que seja mais adequada aos seus talentos.

10 – Reconheça quando moldar o ambiente e quando deixá-lo

- Mudar o ambiente é mais fácil para a gerência de topo.
- É uma tarefa árdua e lenta que exige mudanças incrementais.
- Se isso for impossível, mude de ambiente ou de companhia.
- Criatividade exige comprometimento que às vezes requer decisões corajosas.

FONTE: 3M (http://www.3m.com/intl/br/mkt/inovacao/Util/pdf/10_mandamentos_da_inovacao.pdf)


Empreendedor por necessidade corre mais riscos

Posted: março 5th, 2010 | Author: | Filed under: Empreendedorismo, Estratégias | Tags: , , , | No Comments »

Quase metade dos empreendedores do país (43%) o faz por necessidade. “Ele empreende porque não tem outra opção, e não por vocação ou porque achou um nicho de mercado para explorar”, explica Paulo Alberto Bastos Junior, analista técnico da pesquisa GEM Brasil. Pelo estudo, percebe-se que essas pessoas, geralmente, encerram as atividades assim que conseguem outra chance no mercado.

O ambiente para pequenas e médias empresas no Brasil é bastante hostil. De acordo com dados do Sebrae-SP, 29% das pequenas e médias empresas criadas no Estado fecham as portas apenas um ano depois de iniciar as atividades.

Para Antonio Carlos de Mattos, gerente de consultoria empresarial do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), o empreendedor por necessidade corre muitos riscos por não conhecer todos os aspectos da vida de empresário. Ele explica que os candidatos a patrão devem considerar quatro pontos antes de investir capital e tempo na abertura de um empreendimento.

  1. Modere as expectativas
    O primeiro erro de quem quer ser patrão de si mesmo é criar a expectativa de ter a mesma renda de quando era funcionário. “Em tese, uma empresa é um investimento e o retorno é proporcional a esse investimento”, conta. Ele dá o exemplo de quem tem um carrinho de cachorro-quente. Há limite para a geração de receitas. Se o dono quer ganhar mais, precisa ampliar o negócio, seja comprando mais um carrinho ou contratando alguém.
  2. Venda sempre
    Qualquer que seja o negócio, é fundamental que tenha compradores sempre, e não só enquanto ele é novidade. Passada a empolgação inicial, o desafio é tornar o produto atraente. Trata-se de uma questão delicada, sobretudo porque o iniciante, normalmente, não lidava com clientes e fornecedores. “A sugestão é descobrir as melhores maneiras de aproximar-se do cliente. Para isso, analise tudo e pense como cliente”, ensina.
  3. Cuidado com o dinheiro
    Quem era empregado estava acostumado a receber salário em determinadas datas do mês. Isso muda quando ele se torna empresário. Vender significa receber dinheiro frequentemente – e é exatamente esse o problema. “Esse dinheiro não é dele ainda. Deve ser usado para pagar fornecedores, funcionários, impostos e custos fixos”, avisa Matos.
  4. Volume é tudo
    O empreendedor por necessidade costuma se empolgar com o lucro de outras pessoas na hora de decidir o que fazer. “Ele ouve falar que um distribuidor de água mineral compra o produto a R$ 1 e vende por R$ 3. Sem dúvida, é um lucro maravilhoso. Mas se ele vender apenas um garrafão, nada feito”, explica.

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